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Mundo

União Européia é a maior doadora da Palestina

Desde que o Hamas venceu a eleição palestina, UE, EUA e Israel ameaçam cortar ajuda financeira se governo não abdicar da violência e reconhecer Israel. Mas de onde vem o dinheiro para a Palestina?

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Primeira sessão do novo Parlamento palestino

Israel ameaçou no último domingo (19/02) cortar a ajuda aos palestinos, no valor de 40 milhões de euros mensais que são recolhidos em forma de impostos. Também os Estados Unidos e a União Européia ameaçaram cortar a ajuda econômica, caso o Hamas não renuncie à luta armada e não reconheça o Estado israelense.

Contrariando as expectativas, a Suécia havia confirmado na última segunda-feira (20/02) uma ajuda no valor de cerca de cinco milhões de euros.

A situação da economia palestina tem sido alarmante desde o começo da Intifada. Os impostos quase não são recolhidos ou não podem ser pagos e todo restante do capital vem de doações. A Palestina é, há anos, quem mais recebe ajuda financeira no mundo.

UE, Estados Unidos e Banco Mundial

Desde 1993 – ano em que foi assinado o Tratado de Oslo –, os palestinos receberam somente da União Européia cerca de 2,3 bilhões de euros. Dos Estados Unidos, no mesmo espaço de tempo, receberam 1,5 bilhão de euros. Soma-se a isso o capital doado por países europeus individualmente, cujo valor é desconhecido.

O Banco Mundial doou nos últimos tempos uma quantia estimada em 1 bilhão de dólares anuais. Mais de dois terços do montante – quase 600 milhões de dólares – vieram, no ano de 2003, da União Européia e de Estados europeus. Os EUA participaram com cerca de 220 milhões de dólares na ajuda aos palestinos e Estados árabes contribuíram com mais de 120 milhões de dólares.

Aproximadamente 120 milhões de dólares são enviados pelo Banco Mundial a um fundo depositário para a administração palestina. Nenhum povo do mundo recebe per capita tanta ajuda internacional quanto os palestinos.

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