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Mundo

Uma semana depois, parienses tomam as ruas

Milhares de pessoas prestam homenagens às 130 vítimas da série de atentados de 13 de novembro. ‪#‎21h20‬, horário do início dos ataques, está entre os assuntos mais comentados no Twitter.

Milhares de parisienses prestaram homenagens às vítimas dos ataques de 13 de novembro nas ruas da capital francesa nesta sexta-feira (20/11). Uma semana após a série de tiroteios e atentados suicidas a bomba, moradores acenderam velas e luzes coloridas, cantaram e dançaram em público.

Um grupo formou um círculo na Praça da República, onde bares e restaurantes foram alvos dos terroristas, para fazer um momento de silêncio. A cena se repetiu em frente ao clube Bataclan, onde mais de 80 pessoas foram mortas.

A hashtag #21h20, horário em que começou a série de ataques na última sexta, ficou entre os assuntos mais comentados no Twitter. A chamada para que os parienses tomassem as ruas numa demonstração de liberdade contra o terrorismo foi publicada numa carta assinada por artistas na versão francesa do jornal Huffington Post.

O número de mortos nos ataques em Paris subiu para 130 nesta sexta. Uma vítima que estava internada num hospital não resistiu aos ferimentos, informou o primeiro-ministro da França, Manuel Valls.

"Eles mataram sem misericórdia, destruindo 130 vidas", afirmou ao citar os terroristas do grupo "Estado Islâmico". O premiê fez um discurso ao Senado para discutir o endurecimento de leis anti-terror no país.

Identificação dos terroristas

Segundo agências internacionais, autoridades francesas informaram que a explosão a bomba no apartamento que foi alvo de uma operação antiterrorismo em Saint-Denis, no subúrbio de Paris, não foi provocada pela marroquina Hasna Aitboulahcen, como dito anteriormente.

A jovem de 26 anos era prima de Abdelhamid Abaaoud, suposto mentor dos atentados em Paris. Os corpos foram encontrados após a operação realizada na madrugada de quarta-feira (18/11). Nesta sexta, foi identificado o corpo de uma terceira pessoa que estava no apartamento. Segundo investigadores, ainda não foi possível descobrir quem provocou a explosão.

Ainda nesta sexta, autoridades francesas informaram que um dos terroristas responsável por um dos atentados a bomba em frente ao estádio Stade de France se registrou como requerente de asilo no dia 3 de outubro na ilha grega de Leros. Outro terrorista que carregava um passaporte sírio e também provocou uma explosão em frente ao estádio entrou na Grécia no mesmo dia.

Agentes de segurança de vários países continuam a caçada internacional por Salah Abdeslam, suspeito de participar dos atentados e que segue foragido.

KG/ap/rtr/afp/dpa

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