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Alemanha

Uefa critica plano de Blatter para reformar a Fifa

Para diminuir o papel das confederações, o presidente da Fifa está pensando em reformular a entidade. O protesto da Uefa é mais um capítulo na disputa pelo poder no futebol mundial.

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Johansson também é contra a redução de seleções européias em copas do mundo

O sueco Lennart Johansson, presidente da Uefa (União Européia de Futebol), criticou as supostas intenções do presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter, em diminuir o número de participantes europeus na Copa do Mundo. Este plano, que estaria incluído no âmbito de uma reforma do estatuto da Fifa, é uma "receita para o desastre", segundo o comunicado divulgado por Johansson nesta terça-feira (26).

O presidente da Uefa está reagindo assim à declaração de Blatter, que no início de março aventou a possibilidade de criar uma comissão para reformar os estatutos da organização máxima do futebol no ano do seu centenário, em 2004.

Blatter disse que há uma defasagem entre o presidente da Fifa, eleito pela assembléia geral reunindo as 204 federações filiadas, e os 23 membros do comitê executivo da Fifa, eleitos pelas confederações.

A resposta de Johansson foi contundente: "Atacar a Uefa ou outras confederações não faz nenhum sentido", disse ele. "Não é isto que faria progredir a Fifa, sobretudo considerando o que as federações fazem pelo futebol, pela melhoria das arbitragens e pela segurança nos estádios."

Johansson desejou que esta idéia de Blatter tenha o mesmo destino que outras "propostas inúteis" formuladas no passado, como a de realizar a Copa do Mundo a cada dois anos.

Eleição – No próximo mês de maio serão realizadas novas eleições para a presidência da Fifa. Joseph Blatter, que está concorrendo a um novo mandato, terá como adversário o camaronês Issa Hayatou, presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), que tem o apoio de Lennart Johansson.

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