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Economia

UE quer combater criminalidade eletrônica

Hackers podem levar até quatro anos de cadeia. Legislações nacionais serão adaptadas à era da informação.

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Representação de um teclado de PC com funções alteradas por hacker

A Comissão Européia apresentou, nesta terça-feira (23), um plano para combater a criminalidade no ciberespaço. O objetivo é impedir, entre outros crimes, a ação dos hackers (fanáticos por computação especializados em desvendar códigos de acesso a computadores) e a propagação de vírus de computador.

Bruxelas quer que o direito penal dos países-membros da UE seja harmonizado e adaptado à era da informação, possibilitando à Justiça uma ação mais efetiva no combate à criminalidade eletrônica internacional.

Cadeia - Segundo o comissário de Justiça da UE, Antonio Vitorino, nesse aspecto, há grandes lacunas nas legislações atuais dos 15 países-membros. "Diante do caráter transnacional do hacking, dos vírus e ataques aos serviços eletrônicos, as medidas da União Européia são importantes para que a polícia e Justiça nacionais possam atuar de forma mais eficiente", disse Vitorino.

Pelo plano da UE, os criminosos do ciberespaço poderão ser condenados a pelo menos um ano de prisão. Em casos mais sérios, a pena de reclusão pode ser elevada para quatro anos.

O comissário responsável pela Sociedade da Informação, Erkki Liikanen, disse que alguns dos recentes ataques de vírus provocaram prejuízos econômicos em várias partes do mundo.

  • Data 23.04.2002
  • Autoria (gh)
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