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Economia

UE proíbe exportação de animais, carne e leite do Reino Unido

A febre aftosa detectada numa fazenda no sul da Inglaterra levou a União Européia a proibir ao Reino Unido a exportação de animais, carne e leite. Animais importados pela Alemanha não apresentam sinais da doença.

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Polícia faz controles numa estrada a cerca de 50 quilômetros de Londres

A decisão da União Européia (UE), nesta segunda-feira (6/8), de proibir ao Reino Unido a exportação de animais vivos, carne fresca e leite foi justificada por um porta-voz em Bruxelas como mera medida de segurança, que inclusive teria atendido a um pedido de Londres. As rápidas medidas tomadas pelo governo britânico no final de semana para evitar um alastramento da doença foram elogiadas e Bruxelas e na Alemanha.

Todo o Reino Unido, com exceção da Irlanda do Norte, passou a ser considerado área de alto risco de contaminação, por isso não podem sair dali bovinos, suínos, caprinos e ovinos, nem carne e leite produzidos após 15 de julho, explicou o porta-voz.

O comissário de Saúde da UE, Markos Kyprianou, acredita tratar-se de um caso isolado, por isso não vê perigo "para o resto da Europa".

Vírus escapou de laboratório?

Já no sábado, um dia após a doença ser detectada numa propriedade em Surrey, no sul da Inglaterra, o Reino Unido suspendeu as exportações de animais e seus produtos. A febre aftosa é altamente contagiosa entre animais, mas não representa perigo para seres humanos.

As autoridades sanitárias inglesas investigam a possibilidade de que o vírus causador da doença seja oriundo de um dos dois laboratórios de medicina veterinária próximos à propriedade em que foi detectado o foco da febre aftosa. O governo britânico conta com resultados neste sentido a partir de quarta-feira.

Animais na Alemanha sob observação

Nenhum dos 39 ovinos e um bovino trazidos do Reino Unido para a Alemanha nos últimos 30 dias aponta sinais de contágio. Embora alguns exames fiquem prontos apenas nesta terça-feira, o Ministério alemão da Agricultura descarta a hipótese de contaminação, pois os animais procedem de propriedades que ficam a mais de 100 quilômetros do foco da doença e, além disso, "não apresentam sinais de febre aftosa", disse um porta-voz.

O período de incubação da doença em bovinos e ovinos é de um a sete dias. A febre aftosa foi registrada pela última vez na Alemanha em 1988, na Baixa Saxônia. (rw)

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