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Mundo

UE estabelece condições para engajamento no Oriente Médio

A União Européia só voltará a engajar-se pela paz no Oriente Médio depois que as partes envolvidas no conflito cumprirem determinadas condições prévias.

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Fim do terrorismo é uma das condições para intermediação da UE

Como atual titular da presidência rotativa da União Européia, o governo da Espanha fala em nome da comunidade dos quinze países membros da UE. No seu encontro com o ministro israelense Shimon Peres, nesta quinta-feira (21), o chefe do governo espanhol, José Maria Aznar, deixou claras as condições prévias para um maior engajamento da União Européia em prol da paz no Oriente Médio: o lado palestino tem de suspender os atentados terroristas e Israel tem de retirar as suas tropas dos territórios palestinos ocupados.

Somente com o fim do terrorismo palestino e do cerco israelense aos territórios palestinos e à sede administrativa de Yassir Arafat é que a União Européia poderá ter condições de contribuir novamente para uma solução política do conflito do Oriente Médio, disse Aznar a Shimon Peres.

Criação de Estado palestino

O ministro israelense das Relações Exteriores viajou a Madri em busca de respaldo da União Européia para o seu plano de paz, que visaria criar as condições necessárias à fundação de um Estado palestino independente. Seu projeto conta com o apoio básico dos palestinos, declarou Peres. O plano, contudo, ainda não foi aprovado oficialmente pelo gabinete do primeiro-ministro Ariel Sharon.

O ministro espanhol das Relações Exteriores, Josep Piqué, afirmou que a União Européia apoiaria a criação de um Estado palestino independente, desde que isto não ocorra "de forma unilateral e agressiva".

Segundo Shimon Peres, Israel não tem a intenção de rejeitar Yassir Arafat como parceiro de negociações. "É prerrogativa dos palestinos, escolher seu próprio líder", declarou o ministro israelense. Ele conclamou Arafat, contudo, a engajar-se mais intensamente pelo fim da violência no Oriente Médio.

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