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Mundo

UE e ONU repudiam atentados em Israel

A União Européia condenou severamente os dois atentados suicidas em Israel que mataram pelo menos 16 pessoas e fizeram 60 feridos.

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Poça de sangue em meio às máquinas de diversões eletrônicas

O primeiro atentado ocorreu contra uma loja de divertimentos eletrônicos de Rishon Letzion, nas imediações de Tel Aviv, na terça-feira à noite (07). A bomba, que transformou o prédio de três andares em ruínas, matou 15 pessoas, inclusive o autor suicida, e fez 60 feridos. Na quarta-feira, um outro palestino explodiu junto com uma bomba num cruzamento da cidade de Haifa. Não houve porém outras vítimas.

Os atentados aconteceram ao mesmo tempo em que se realizava o encontro entre o presidente americano George W. Bush e o primeiro-ministro israelense Ariel Sharon. O ministro alemão das Relações Exteriores, Joschka Fischer, disse que eles são uma tentativa de sabotar a política e que não se deve recuar diante do terrorismo. Ele fez um apelo para se intensificar a busca de uma solução política.

Igreja da Natividade - O conflito dos palestinos que se refugiram no interior da Igreja da Natividade de Belém ainda não foi resolvido. O governo italiano pediu informações mais detalhadas sobre os palestinos que deve acolher. Ficou decidido que 13 palestinos seriam enviados à Itália e 26 à Faiza de Gaza. As outras pessoas que se encontram no templo - mais de 80 policiais e civis palestinos - seriam libertados.

Reação de Israel - Esses recentes atentados em Israel foram os primeiros desde o dia 12 de abril. "O terror está de volta", estampou a manchete do diário israelense Jediot Ahronot nesta quarta-feira. O chefe das Forças Armadas israelenses, general Shau Mofas, disse que se os atentados continuarem, Israel não terá outra saída senão responder à altura.