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Mundo

UE defende imposição de acordo de paz no Oriente Médio

A escalada da violência no Oriente Médio só será contida se houver uma pressão externa, segundo Josep Piqué, presidente do Conselho da UE.

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Josep Piqué, atual presidente do Conselho da UE

O ministro das Relações Exteriores da Espanha e atual presidente do Conselho da União Européia, Josep Piqué, defendeu uma intensa pressão externa como única maneira de lograr com que israelenses e palestinos reiniciem o diálogo em busca da paz. Piqué frisou ainda que tal pressão externa só trará resultados com a participação dos Estados Unidos.

"Somente os EUA podem induzir Israel a mudar de postura", declarou Piqué nesta quarta-feira (23). O presidente do Conselho da UE pretende sugerir aos ministros das Relações Exteriores, que estarão reunidos em Bruxelas, na próxima semana, que a UE exerça uma pressão mais forte no processo de paz do Oriente Médio, com o objetivo de pôr fim à violência.

Arafat perdeu controle

Na sua recente viagem à região, Piqué chegou à conclusão que o mundo árabe estaria perdendo a paciência. Israel não aceita nenhum outro argumento, que não seja o da própria segurança. O líder palestino Yasser Arafat teria sido "neutralizado politicamente" e perdeu todo o controle sobre o seu pessoal.

O primeiro-ministro espanhol José Maria Aznar prometeu apoio ao presidente palestino Yasser Arafat. Nenhuma conversa telefônica, Aznar disse que faria tudo o que fosse possível para que Arafat recupere a liberdade de locomação na cidade de Ramallah.