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Ciência e Saúde

UE declara guerra às sacolas plásticas

Países da União Europeia poderão taxar ou até mesmo proibir o uso de sacolas descartáveis e prejudiciais ao meio ambiente. Objetivo é reduzir média de consumo por habitante de 176 para 40 por ano.

A União Europeia (UE) quer diminuir drasticamente o consumo de sacolas plásticas no bloco até o fim da década. Para tal, os ministros da União Europeia (UE) determinaram nesta segunda-feira (02/03) que os países-membros do bloco poderão taxar ou até mesmo proibir sacolas de plástico em seus territórios.

Cada país deverá estabelecer metas para reduzir o uso das sacolas de plástico, decidiram os ministros em Bruxelas, aprovando finalmente planos que vinham sendo debatidos há muito tempo.

Sacolas mais robustas e reutilizáveis ou as extremamente finas, usadas para embalar frutas e verduras, devem ficar livres da taxação ou proibição.

A meta da UE é que, até o fim de 2025, cada europeu consuma, em média, 40 sacolas descartáveis por ano. Em 2010, a média foi de 176 por habitante. Em Portugal, estima-se que cada morador use 500 sacolas por ano. Na Alemanha, a média é de 71 sacolas por habitante, sendo 64 descartáveis.

Os planos aprovados nesta segunda-feira deverão entrar em vigor 20 dias após a sua publicação no Jornal Oficial da União Europeia. O governo alemão declarou que ainda não definiu medidas concretas para a execução das novas diretrizes.

"As medidas poderão ser aplicadas de forma regulatória ou também voluntária", afirmou uma porta-voz da ministra alemã do Meio Ambiente, Barbara Hendricks, nesta segunda-feira, em Berlim.

Segundo a Comissão Europeia, a produção mundial de plástico pode triplicar até 2050. Somente na Europa, em 2010, foram produzidas 750 mil toneladas de sacolas plásticas, segundo a organização Ajuda Ambiental Alemã (DUH). Esse montante corresponde ao peso de 625 mil carros. Apenas 10% dessas sacolas são recicladas.

CA/dpa/dw

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