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Mundo

UE apela por negociações na Somália

UE conclama governo somali a aceitar ajuda de vizinhos e de organizações africanas para garantir a paz e estabilidade do país. Ministro alemão afirma que, se houver intervenção militar, tropas terão maioria de africanos

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Soldado etíope colabora com tropas somalis

A União Européia conclamou o governo de transição da Somália a aceitar a ajuda internacional para se engajar pela paz e estabilidade na região. A situação continua muito grave no país africano, mesmo após o recuo dos rebeldes islâmicos, afirmou o ministro alemão das Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier. Não podemos deixar acontecer um vácuo no poder, acrescentou.

Na condição de presidente do Conselho de Ministros do Exterior da União Européia, ele havia convocado uma reunião informal dos colegas europeus no chamado "grupo de contato" para debater o problema na Somália nesta quarta-feira (03/01) em Bruxelas.

O assunto voltará à pauta numa reunião na próxima sexta-feira e é provável que também esteja na agenda do encontro de ministros das Relações Exteriores da União Européia no dia 22 de janeiro.

Além da Alemanha, o grupo de contato é formado por Reino Unido, Itália, Suécia, Noruega e ainda Estados Unidos e Tanzânia. Também participaram do encontro o encarregado de segurança e relações exteriores da UE, Javier Solana, e o comissário de apoio ao desenvolvimento, Louis Michel.

Dias decisivos

EU Somalia Frank Walter Steinmeier Pressekonferenz Brüssel

Steinmeier em Bruxelas

Nas próximas semanas, ficará claro se o país cairá em anarquia, terror e violência, disse Steinmeier. Segundo o ministro alemão, a União Européia (UE) vai aumentar seu engajamento na mediação do conflito, mas aposta em primeira linha na participação das nações vizinhas e de organizações como a Liga Árabe.

Tropas do governo somali e unidades militares da Etiópia estão no sul da Somália para impedir que as milícias islâmicas fujam do país. Steinmeier disse que, caso haja necessidade de intervenção militar internacional, esta tropa de paz deverá ser formada principalmente por africanos.

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