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Economia

UE acusa Intel de práticas ilegais de concorrência

Empresa pode ser multada em 3,5 bilhões de dólares por fazer uso de sua posição de liderança para prejudicar a concorrente AMD.

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Empresa tem sede na cidade de Santa Clara, na Califórnia

A Comissão Européia iniciou um processo contra a fabricante de microprocessadores Intel. A empresa norte-americana é acusada de fazer uso ilegítimo de sua posição de liderança no setor para tirar mercado da concorrente AMD, o que fere as leis antitruste da União Européia (UE).

O órgão executivo da UE acusa a Intel de oferecer descontos a fabricantes de computadores que utilizarem sua linha de chips. A empresa também teria oferecido dinheiro para que fabricantes de PCs não utilizassem mais os processadores da AMD. Os norte-americanos são ainda acusados de oferecer processadores a preços abaixo do custo para clientes estratégicos.

Para a Comissão Européia, as três práticas se fortalecem mutuamente e são "parte de uma ampla estratégia nociva à concorrência". A Intel negou as acusações e lembrou que elas não se baseiam em denúncias de seus clientes. A empresa tem dez semanas para se defender. Do contrário, está sujeita a uma multa de 10% do seu faturamento anual, o que corresponderia a 3,5 bilhões de dólares.

A AMD acusa há anos a Intel de práticas ilegais, e não apenas no mercado europeu, mas também nos Estados Unidos e na América do Sul. Os processadores da Intel equipam a maior parte dos computadores pessoais do mundo. A empresa tem sede em Santa Clara, na Califórnia, EUA. (as)

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