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Mundo

+ Ucrânia acusa separatistas russos de derrubarem avião +

Avião da Malaysia Airlines partindo de Amsterdã com destino a Kuala Lumpur, com quase 300 pessoas a bordo, caiu quando sobrevoava o Leste da Ucrânia. Acompanhe aqui as últimas atualizações sobre o caso.

Um avião da Malaysia Airlines, que partiu de Amsterdã com destino a Kuala Lumpur, caiu nesta quinta-feira (17/07) quando sobrevoava o Leste da Ucrânia. Há suspeitas de que a aeronave tenha sido atingida por um míssil lançado por separatistas pró-Rússia. No voo MH17 havia 280 passageiros e 15 tripulantes. A maior parte dos passageiros era de nacionalidade holandesa.

Kiev e rebeldes da autoproclamada República Popular de Donetsk se acusaram mutuamente de abater a aeronave, porém, ambas as partes negaram envolvimento no incidente. O líder dos separatistas pró-Rússia, Alexander Baradai, afirmou que está disposto a um cessar-fogo de alguns dias para que as investigações sejam realizadas.

Relembre aqui as principais informações relacionadas à tragédia.

18h28 - O primeiro-ministro malaio Najib Razak afirmou a jornalistas que a aeronave da Malaysia Airlines fazia uma rota considerada segura. "O voo do avião foi declarado seguro pela Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO). E a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) declarou que o espaço aéreo que a aeronave estava atravessando não era sujeito a restrições."

18h23 - O vice-presidente sênior da Malaysia Airlines, Huib Gorter, confirmou que haviam ao menos 154 holandeses, 27 australianos, 23 malaios, 11 indonésios, seis britânicos, quatro alemães, quatro belgas, três filipinos e um canadense a bordo do Boeing 777. A nacionalidade dos demais 47 passageiros ainda não foi identificada. Todos os 15 tripulantes eram malaios.

18h18 - O secretário-geral da Otan, Anders Rasmussen, quer uma investigação internacional para esclarecer o que aconteceu com a aeronave da Malaysia Airlines.

18h12 - De acordo com o site do jornal holandês Volkskrant, no mínimo 154 holandeses estavam a bordo da aeronave da Malaysia Airlines. Os familiares dos passageiros holandeses que chegam ao aeroporto de Schiphol, em Amsterdã, são levados para um bar.

18h10 - O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu uma investigação internacional para identificar as causas do desastre com o voo MH17. "Há a necessidade clara de uma investigação internacional completa e transparente."

18h06 - O líder separatista da autoproclamada "República Popular de Donetsk", Alexander Borodai, afirmou a jornalistas que concorda com um cessar-fogo de alguns dias para que as investigações do acidente sejam realizadas.

18h00 - O primeiro-ministro malaio, Najib Razak, afirmou que o voo da Malaysia Airlines não realizou nenhum pedido de socorro antes de cair no Leste da Ucrânia. Najib afirmou que "não vai ficar pedra sobre pedra" a investigação da queda do avião. "Nós temos e vamos descobrir o que aconteceu com este voo. Nós insistimos que os autores do crime devem ser levado à Justiça."

17h55 - Um funcionário dos EUA afirma que o governo americano acredita que a aeronave da Malaysia Airlines foi atingida por um míssil aéreo. A origem do míssil, porém, ainda não é clara.

17h50 - Segundo a agência Reuters, o vice-presidente americano, Joe Biden, confirmou que o avião da Malaysia Airlines foi abatido e que "não foi um acidente, (a aeronave) explodiu no céu".

17h42 - De acordo com a agência alemã DPA, uma fonte da Malaysia Airlines do aeroporto de Kuala Lampur informou que a lista de passageiros do voo MH17 é formada por 20 malaios e duas crianças, além de 143 holandeses e 27 australianos.

17h19 - Em viagem ao México, o ministro alemão do Exterior, Frank-Walter Steinmeier, pediu uma investigação internacional independente sobre a queda do avião da Malaysia Airlines. Além disso, quer que os separatistas garantam de forma imediata que os serviços de segurança e de emergência tenham acesso ao local onde estão os destroços.

17h09 - O Reino Unido pediu um encontro de emergência do Conselho de Segurança da ONU para tratar sobre a crise na Ucrânia. A solicitação é feita após o abate de um caça da Força Aérea ucraniana na quarta-feira e a queda de uma aeronave da Malaysia Airlines nesta quinta-feira. O embaixador ucraniano na ONU, Yuriy Sergeyev afirmou no Tweeter que a "Ucrânia vai apresentar a evidência de que há o envolvimento militar russo na queda do Boeing. Este crime deveria ser inteiramente investigado."

17h01 - Segundo o ministro da Defesa ucraniano, nenhum caça da Força Aérea do país estava no ar na região onde caiu o avião da Malaysia Airlines. "O avião estava fora do alcance das forças de defesa aérea ucranianas."

16h57 - Até o momento, existe a suspeita de que o avião da Malaysia Airlines, que fazia a rota entre Amsterdã e Kuala Lumpur, na Malásia, teria sido abatido no ar, já que, de acordo com a agência de controle de tráfego aéreo da Ucrânia, os pilotos do voo MH17 não reportaram nenhum tipo de problema na aeronave.

16h27 - Segundo o site Flightradar24, que monitora rotas aéreas, um Boeing 777 da Singapore Airlines e um Boeing 787 da Air India estavam a cerca de 25 quilômetros de distância da aeronave da Malaysia Airlines no momento em que ela desapareceu do radar.

16h15 - De acordo com o site Flightradar24, que monitora rotas aéreas, as companhias aéreas evitam usar o espaço aéreo ucraniano e utilizam o búlgaro e turco, após o desastre com a aeronave da Malaysia Airlines.

16h00 - A companhia americana Delta Airlines afirmou também que suas aeronaves não vão mais usar o espaço aéreo ucraniano "por precaução". Ao mesmo tempo, a empresa disse que está monitorando a situação envolvendo o voo MH17, da Malaysia Airlines.

15h33 - O presidente americano, Barack Obama, ofereceu assistência aos agentes que investigam as causas da queda do avião da Malaysia Airlines. Pelo menos 22 cidadãos americanos estariam a bordo da aeronave.

15h26 - O chefe da agência de controle de tráfego aéreo da Ucrânia informou para jornalistas que os pilotos da aeronave não reportaram nenhum tipo de problema durante o voo. "O voo sobre o espaço aéreo ucraniano progrediu sem nenhum problema."

15h22 - De acordo com o chanceler francês, Laurent Fabius, ao menos quatro franceses estavam no voo MH17, que realizava a rota Amsterdã-Kuala Lumpur.

15h20 - Além da Air France, outras companhias aéreas europeias como Lufthansa e British Airways decidiram realizar uma rota alternativa para não terem que sobrevoar a mesma região onde a aeronave da Malaysia Airlines caiu. Em abril, o Departamento Federal de Aviação dos EUA (FAA) declarou que a zona de conflito na península da Crimeia não deveria ser usada por pilotos de empresas aéreas e pilotos americanos. Uma ordem similar também foi dada em abril pela Organização Europeia para Segurança Aérea (Eurocontrol).

15h10 - O presidente russo, Vladimir Putin, ofecereu suas "profundas condolências" ao primeiro-ministro malaio, Najib Razak, sobre o acidente com o avião da Malaysia Airlines na Ucrânia.

14h53 - O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, acredita que separatistas pró-Rússia teriam abatido o Boeing 777 da Malaysia Airlines, e qualificou o ato como "ato terrorista", escreveu o porta-voz Svyatoslav Tsegolko no Twitter. "Este incidente não é uma catástrofe. É um ato terrorista."

14h50 - O ministro do Interior da Ucrânia, Zoryan Shkyryak, disse que a queda do avião da Malaysia Airlines deixou mais de 300 mortos. Entre eles, 22 cidadãos dos Estados Unidos. A informação é da agência russa Interfax. Antes, a companhia aérea havia informado que 295 pessoas estavam a bordo.

14h46 - O comentário de um comandante da autoproclamada República Popular de Donetsk numa rede social sugere que os separatistas teriam acertado a aeronave da Malaysia Airlines por engano ao acreditarem que se tratava de um grande avião de transporte do exército ucraniano. "Nós tínhamos alertado (as forças armadas ucranianas) para não voarem em nossos céus", teria afirmado o comandante, de acordo com a agência de notícias AFP.

14h29 - A França pediu que as companhias aéreas do país evitem o espaço aéreo ucraniano, após o desastre com a aeronave da Malaysia Airlines. Segundo o ministro-adjunto dos Transportes, Frederic Cuvillier, as empresas aéreas devem evitar o espaço aéreo ucraniano "até que as razões por trás da catástrofe sejam conhecidas."

14h15 - Tanto o governo ucraniano quanto os separatistas pró-Rússia negaram terem abatido o avião.

14h00 - Por telefone, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, informou o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre a queda do avião.

13h54 - Por enquanto, sabe-se que o avião caiu em algum ponto próximo à fronteira da Ucrânia com a Rússia. O Boeing 777 da Malaysia Airlines estaria levando quase 300 passageiros. As especulações, até aqui não confirmadas, são se que a aeronave teria sido abatida.

13h52 -Pelo Twitter, circulam fotos de supostos destroços do avião.

13h30 - "Nós não descartamos que esse avião tenha caído", disse o presidente ucraniano.

13h25 - O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, garantiu que o Exército de seu país não fez qualquer disparo na região onde o avião teria caído. Ele nega qualquer alegação de que a Ucrânia tenha derrubado o Boeing da Malaysia Airlines, mas não descarta que o voo realmente tenha sido atingido.

13h20 - A agência Interfax diz que o avião caiu a cerca de 30 quilômetros da fronteira russa.

13h10 - A aeronave desaparecida é um Boeing 777. O avião é do mesmo tipo e da mesma empresa, a Malaysia Airlines, do voo MH370, que desapareceu em março no mar e até hoje não foi encontrado.

13h06 - Segundo a agência de notícias Reuters, que cita um funcionário do Ministério do Interior ucraniano, o avião foi derrubado por um míssel disparado por militantes pró-Rússia. Não há, porém, qualquer confirmação oficial.

13h05 - Segundo a agência de notícias AFP, o presidente da Ucrânia admitiu a possibilidade de que a aeronave foi derrubada.

13h00 - Segundo a agência russa Interfax o avião, com 295 pessoas a bordo, caiu perto da frontreira com a Rússia.

12h55 - A única informação oficial divulgada até agora, pela Malaysia Airlines, é de que o avião está desaparecido. A empresa diz ter perdido contato com a aeronave quando ela sobrevoava a Ucrânia.