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Mundo

Triunfo da Mitsubishi e boa estréia da VW em Dacar

Suspense até o último momento na 25ª Paris-Dacar. No penúltimo dia, Hiroshi Masuoka e seu co-piloto alemão Andreas Schulz assumiram a dianteira e a Mitsubishi pode festejar sua 8ª vitória no rali.

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A equipe da Volkswagen em Dacar. Jutta Kleinschmidt é a 1ª à esquerda

Em segundo chegou o francês Jean-Pierre Fontenay, o terceiro coube a Stéphane Peterhansel, que liderou a competição até ficar com problema de roda após um acidente na penúltima etapa, e em quarto ficou o português Carlos Sousa.

Com o Pajero Evolution de Masuoka e Peterhansel, o Pajero T2 de Fontenay e a pick-up L200 de Carlos Sousa, a Mitsubishi manteve a liderança do rali com três conceitos diferentes de veículos. E mais uma vez demonstrou sua competência, após as vitórias em 2001 e 2002.

O piloto alemão mais bem sucedido

"Vencer em Dacar é o maior objetivo que se pode atingir nesta maratona de automobilismo", comentou Andreas Schulz, felicíssimo com sua segunda vitória em curto espaço de tempo. Em 2001 ele já venceu a competição ao lado de Jutta Kleinschmidt - a alemã que foi a primeira mulher a vencer o Paris-Dacar. Assim, Schultz tornou-se o piloto alemão com mais sucesso na competição no deserto.

Comentando a última fase, disse teria preferido conquistar a dianteira mais no começo do rali, mas a Paris-Dacar comprovou novamente ser uma competição em que tudo pode acontecer. Se no início Masuoka e ele tiveram problemas com pneus, que lhes custou muito tempo, depois quem teve azar foi o francês Peterhansel. "Mas afinal das contas, venceu a equipe que foi a mais rápida no percurso total e que tinha o auto mais confiável. E desta vez fomos nós", analisou.

Jutta Kleinschmidt, com o Tarek da Volkswagen terminou a prova em oitavo. Outra alemã, Andrea Mayer conseguiu a segunda melhor classificação do sexo feminino, também com um Mitsubishi, ao chegar em 21º.

O batismo de fogo da Volkswagen

A VW fez seu batismo de fogo no rali com três protótipos. O bugui Tarek de Jutta tem uma construção de armação de tubos com carroceria de fibra de carbono, impulsionada por um motor diesel TDI 1.9 de quatro cilindros com 218 cv de potência. O veículo é uma variante do motor diesel com injeção direta, testado em corridas de longa duração. E o bugui deu o que tinha, pois Jutta Kleinschmidt começou em 64º lugar e conseguiu melhorar sua posição para 8ª colocada.

Outro Tarek dirigido pelo belga Stéphane Henrard terminou em 6º, com o que a VW teve êxito em sua estréia em Dacar, com dois colocados entre os dez melhores carros. E na categoria carros com tração nas duas rodas, conquistou uma dupla vitória. "O resultado superou de longe nossa expectativa", alegrou-se Rudolf Strozyk, chefe da equipe da Volkwagen Racing.