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Cultura

Três brasileiros no Festival de Curtas de Oberhausen

Até a próxima terça-feira (07), Oberhausen está sendo a meca dos curtas-metragens, em festival que este ano conta com produções de 42 países.

A organização do evento recebeu este ano um número recorde de filmes e vídeos. 4824 produções disputaram uma vaga no Festival de Oberhausen, que distribuirá 37.500 euros em prêmios.

Muito mais do que o valor em dinheiro, o prestígio de participar de um concurso já consagrado mundialmente despertou a atenção de cineastas e produtores especializados em curtas-metragens.

Dos 3700 filmes estrangeiros oriundos de 85 países que se candidataram ao festival, foram escolhidos 79, provenientes de 42 países. Na categoria nacional participam 35 curtas com, no máximo, 21 minutos de duração. Vale ressaltar que cerca da metade das produções alemãs foi realizada por cineastas estrangeiros que vivem e trabalham no país.

Em sua 48ª edição, o Festival de Oberhausen, que teve início na quinta-feira (02), irá exibir um total de 410 filmes, divididos em mostras especiais e nas quatro categorias do concurso: filmes nacionais, estrangeiros, infanto-juvenis e videoclips.

Sete estréias mundiais e 22 lançamentos internacionais fazem parte deste festival. Segundo o coordenador da mostra, Lars Henrik, os curtas modernos deixaram de relatar histórias. A tendência é a associação de imagens aliada aos recursos de multimídia. "Este ano, os filmes exigirão do público muita atenção e paciência."

Curtas brasileiros - Três curtas brasileiros participam do 48º Festival de Oberhausen:

  • De noite no aeroporto (2000, 3 min.), de Brígida Baltar e Giogio Ronna (categoria internacional)
  • Ofusca (2002, 12 min.), de Flávio Frederico (categoria internacional)
  • Palace II ( 2001, 21 min.), de Fernando Merelles e Kátia Lund (categoria infanto-juvenil)

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