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Mundo

Torneio dos superlativos em Aachen

O mundo do hipismo tem encontro marcado em Aachen, onde se realiza o CHIO, o grande torneio dos superlativos, com prêmios nacionais e da cidade que é o grande centro da equitação na Alemanha.

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Rodrigo Pessoa participa do torneio de saltos

Na agenda dos fãs de equitação ele já está anotado há muito tempo: o torneio de Aachen, de 17 a 22 de junho. Ao todo são 16 concursos de salto, 12 de adestramento e 8 de atrelagem. Na inauguração, espera-os, este ano, um espetáculo emocionante, por conta da apresentação da Hungria, o terceiro país em destaque, após a Espanha e a Holanda.

Com grande tradição em equitação, os húngaros chamam a atenção sobretudo pelas atrelagens de quatro cavalos e sua maneira fogosa de conduzi-los, além de um show inaugural com 120 cavalos, 300 cavaleiros e demais participantes.

Os números do torneio

O torneio de Aachen – cidade cujo nome francês é Aix-la-Chapelle – é significativo por vários motivos: oferece os maiores prêmios em dinheiro – em nenhum outro se pode ganhar 1,346 milhão de euros –, e é o mais apreciado de parte dos concorrentes e do público. Todos os anos, o "Wimbledon do hipismo", no Soers, a hípica da cidade, atrai 300 mil espectadores.

No que diz respeito ao número de nações presentes, ele também é notável: 21 países, inclusive o Brasil, representado por Rodrigo Pessoa. Afinal, os organizadores promovem concursos por nação em três disciplinas – salto, adestramento e atrelagem, o que também é único no mundo.

Este ano, contudo, duas contrariedades diminuirão o brilho do grande acontecimento hípico: a ausência dos cavaleiros suíços defensores do título por nação em salto é a primeira. A outra é que a amazona alemã Nadine Capellmann, duas vezes campeã do mundo, participará numa competição paralela, mas não integra a equipe alemã de adestramento, pois não foi indicada.

O fato de ela ser de Aachen é uma decepção maior ainda para a capital alemã do hipismo. Mas como tudo em Aachen é muito refinado, ninguém reclama nem critica nada abertamente.

Afronta para cavalo e amazona

Segundo o diário Aachener Zeitung, o problema de Capellmann seria a idade de Gracioso, que ela montaria no torneio, uma vez que seu principal cavalo, Farbenfroh, está se recuperando de um ferimento. Com 18 anos e perfeitamente em forma, o ex-bicampeão mundial Gracioso seria demasiado velho para a equipe alemã, tendo em vista a Olimpíada de 2004. Nadine Capellmann manifestou-se "imensamente decepcionada" e até ameaçou com boicotar o campeonato europeu.

Mas foi a federação mundial FEI que negou a wi ldcard tanto para a alemã como os suíços. Já a equipe suíça de salto, vice-campeã olímpica, ficou de fora porque seus cavaleiros não conseguiram se classificar entre as oito melhores equipes. A Federação Suíça de Equitação não obteve êxito no processo que moveu na classificação por erro formal, e fracassou também uma tentativa dos organizadores de conseguir uma autorização

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