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Futurando!

Top 5 - Piores vazamentos de petróleo da história

Confira os maiores vazamentos de petróleo e seus derivados na história. O Top 5 lista os cinco desastres que mais jogaram essa substância no ambiente, causando enormes danos aos ecossitemas.

Vazamentos de petróleo e seus derivados então entre os desastres causados pelo homem que mais prejudicam a natureza. Os impactos ambientais são extremamente graves: podem devastar ecossistemas, e alguns locais precisam de décadas para serem recuperados. Corais, aves e tartarugas marinhas, mamíferos aquáticos e peixes têm seus habitats devastados pelas manchas de óleo. Esses animais também podem morrer intoxicados ao entrar em contato com a substância.

O Futurando desta semana mostra as consequências da exploração de petróleo no Delta do Rio Níger, na Nigéria. As condições precárias e a falta de segurança causaram um desastre ambiental na região devido ao vazamento de óleo. Agora o Top 5 mostra os piores vazamentos da história, considerando a quantidade de óleo derramado.

1. Gerra do Golfo / Kuwait

Além de abrir válvuas, soldados iraquianos incediaram os campos de petróleo no Kuwait

Além de abrir válvuas, soldados iraquianos incediaram os campos de petróleo no Kuwait

Em 1991, as tropas iraquianas abriram as válvulas dos poços de petróleo do Kuwait, que havia sido invadido, para reduzir a oferta desse recurso mineral. O Kuwait tinha produção excessiva e, com isso, forçava a queda dos preços no mercado internacional, o que motivou a invasão das forças de Saddam Hussein. O resultado foi um derramamento de aproximadamente 240 milhões de galões de petróleo bruto no Golfo Pérsico. A mancha de óleo atingiu uma área de mais de 700 quilômetros de costa, além de causar danos irreparáveis à biodiversidade e à integridade física do Golfo.

2. Golfo do México

O vazamento no plataforma Deepwater Horizon durou mais de 100 dias

O vazamento no plataforma Deepwater Horizon durou mais de 100 dias

Esse foi o maior desastre acidental da história. Em 20 de abril de 2010, um vazamento de gás provocou uma explosão na plataforma de exploração Deepwater Horizon, a 6,4 quilômetros da costa do estado norte-americano de Louisiana, no Golfo do México. O acidente matou 11 pessoas e originou o vazamento que liberou aproximadamente 206 milhões de galões de petróleo na água. Mais de mil quilômetros de costa foram atingidos, destruindo habitats, vida marinha e prejudicando as populações locais. Especialistas dizem que a recuperação deve levar décadas.

3. Ixtoc 1

O vazamento na Ixtoc 1 durou de 3 junho 1979 a 23 de março de 1980

O vazamento na Ixtoc 1 durou de 3 junho 1979 a 23 de março de 1980

A terceira posição também pertence a um acidente ocorrido no Golfo do México. Em 6 de março de 1979, uma explosão na plataforma mexicana Ixtoc 1, na Bahia de Campeche, causou o vazamento de mais de 1 milhão de galões de petróleo bruto por dia. No total, cerca de 147 milhões de galões do óleo se misturaram às águas do Golfo.

4. Atlantic Empress

O navio Atlantic Empress ficou em chamas por 15 dias, até afundar

O navio Atlantic Empress ficou em chamas por 15 dias, até afundar

Coincidentemente este desastre aconteceu poucos meses após o incidente no México, de 1979. Em 19 de julho, os navios petroleiros Atlantic Empress e Aegean Captain, carregando 276 mil e 200 mil toneladas de petróleo bruto, respectivamente, colidiram a poucos quilômetros da Ilha de Tobago. Com o choque, houve uma explosão seguida de fogo, matando 26 tripulantes. O fogo no Aegean foi controlado, e o navio foi rebocado para a costa, derramando pouco petróleo na água. Já o Atlantic Empress afundou dias depois. Ao todo foram jogados 88 milhões de galões do recurso mineral no Mar do Caribe.

5.  Bacia do Rio Iguaçu (PR)

Refinaria Presidente Getúlio Vargas, ou refinaria do Paraná (REPAR)

Refinaria Presidente Getúlio Vargas, ou refinaria do Paraná (REPAR)

O desastre na Bahia do Rio Iguaçu, no estado do Paraná, não está entre os piores do mundo, mas é o principal do Brasil. Em 16 de julho de 2000, houve um vazamento da refinaria da Petrobrás em Araucária. Mais de um milhão de galões (quatro milhões de litros) de óleo foram jogados no meio ambiente, afetando a fauna e a flora da região.

Poucos meses antes, o Brasil sofria com outro grave vazamento. Em 18 de janeiro, um dos oleodutos, que ligam a Refinaria Duque de Caxias ao terminal da Petrobrás na Ilha D'água, se rompeu. O vazamento liberou 340 mil galões de óleo combustível na Bahia de Guanabara, no estado do Rio de Janeiro.

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