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Futurando!

Top 5 – Fontes de luz artificial

Formas de iluminação de ambientes vêm sendo desenvolvidas desde os primórdios. Confira a evolução das fontes de luz utilizadas pelo homem.

O Futurando desta semana mostra uma reportagem sobre as novas formas que designers deram para a tradicional lâmpada fluorescente compacta. É a arte dando tons de criatividade à tecnologia, fazendo com que, além de útil e econômica, ela seja também decorativa.

Hoje existem vários tipos de lâmpadas capazes de produzir diversos efeitos de iluminação, o que permite aos artistas imaginar e desenvolver formas esteticamente atraentes. Detalhes com os quais os inventores das lâmpadas não tinham tempo para se preocupar, afinal, naquele tempo, o mais importante era ter uma boa iluminação. Pensando nisso, o Top 5 mostra as principais revoluções nas fontes de luz criadas e utilizadas pelo homem.

1. Fogo

Hoje o fogo é utilizado como fonte de luz em rituais e como decoração

Hoje o fogo é utilizado como fonte de luz em rituais e como decoração

A primeira forma de iluminação utilizada pelo homem foi o fogo. O homem primitivo usava as chamas para iluminar o interior de cavernas e também em rituais e lendas. A tocha foi o primeiro instrumento utilizado para transportar ou suspender o fogo. Mais tarde foram inventadas as velas, com as quais foi possível construir o primeiro objeto com uma função semelhante à das luminárias modernas: os castiçais. O lampião foi inventado no século XVIII. No início funcionava com óleo, mas no século XIX passou a ser a gás, e ainda hoje é utilizado em regiões onde não há energia elétrica.

2. Lâmpada incandescente

A lâmpada de filamento foi a primeira à base de energia elétrica

A lâmpada de filamento foi a primeira à base de energia elétrica

A lâmpada incandescente, com filamento de carbono, foi patenteada por Thomas Edison em 1879. Mas já em 1854, o alemão Heinrich Göbel construiu a primeira lâmpada elétrica usando fibra de bambu com filamento. A intensão era iluminar sua loja em Nova Iorque, mas por falta de patrocínio não conseguiu ir adiante com o projeto. A invenção de Edison logo foi substituindo a iluminação à base de fogo. Ainda em 1879, o Brasil contou com seu primeiro ponto de iluminação elétrica. Seis lâmpadas foram instaladas na estação Rio da estrada de ferro D. Pedro II. Nas lâmpadas atuais, o filamento usado é o tungstênio, e a vida útil é de aproximadamente mil horas de iluminação.

3. Lâmpada fluorescente

A lâmpada fluorescente consome de 65% a 80% menos energia do que a de filamento

A lâmpada fluorescente consome de 65% a 80% menos energia do que a de filamento

As lâmpadas fluorescentes são uma invenção do século XX. Em 1901, o americano Peter Cooper Hewitt desenvolveu a lâmpada de vapor de mercúrio de baixa pressão, que foi o primeiro protótipo das fluorescente atuais. Em 1927, o alemão Edmund Gerner criou a lâmpada fluorescente com vapor de mercúrio de alta pressão e a patenteou com outros dois cientistas. A comercialização do produto começou em 1938 com a General Electric, mas a versão compacta chegou ao mercado apenas na década de 1980. Sua vida útil varia de 6 mil a 15 mil horas.

4. LED

O LED tem uma vida útil muito maior que seus antecessores

O LED tem uma vida útil muito maior que seus antecessores

A tecnologia do LED (Diodo Emissor de Luz, na sigla em inglês) surgiu em 1962, quando foi desenvolvida pelo norte-americano Nick Holonyak Jr. No início ele foi produzido apenas na cor vermelha e com baixa intensidade, por isso era utilizado apenas para indicar se aparelhos estavam ligados ou não, como em rádios e televisores. A tecnologia foi evoluindo e a partir da década de 1990 foi possível produzir o LED em várias cores, inclusive o branco. Hoje esta fonte de luz é usada na iluminação de ambientes, em faróis de automóveis e painéis de propaganda, além de iluminar as telas LCD dos aparelhos de TV. Sua vida útil pode chegar a 50 mil horas.

5. OLED

OLED deve substituir a tecnologia de LCD, em breve

OLED deve substituir a tecnologia de LCD, em breve

O Diodo Orgânico Emissor de Luz (OLED, na sigla em inglês) começou a ser desenvolvido no final da década de 1970. Na ocasião, o cientista americano Chin Tang descobriu eletroluminescência ao ver a corrente elétrica atravessar material orgânico, durante suas pesquisa no laboratório da Kodak. Em 1987, Tang e seu colega Van Slyke introduziram os primeiros diodos orgânicos emissores de luz. Oficialmente a eletroluminescência em polímeros foi descoberta em 1990.

Assim como o LED, o OLED é um semicondutor, mas com material orgânico à base de carbono. Nesse caso, quando películas orgânicas são colocadas entre dois condutores e a corrente elétrica passa pelo material, ele brilha emitindo luz. Além de luminárias, o OLED pode ser usado para fazer telas, como as de LCD. A nova tecnologia ainda é cara, mas no futuro deve diminuir ainda mais o peso e a espessura das TVs.

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