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Mundo

Tenistas alemães de novo em boa forma

A bruxa não anda perturbando os tenistas alemães este ano. Depois de longos desfalques, a seleção nacional conta com os melhores do país e o clima é de otimismo na copa do mundo por equipes em Düsseldorf.

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Haas e Kiefer, recuperando posições no ranking

O treinador da Seleção Alemã de tênis não tem do que reclamar no momento. Para a Arag World Team Cup (16 a 22 de maio), a copa do mundo por equipes, Patrick Kühnen tem de novo à sua disposição os três melhores tenistas do país. Rainer Schüttler, Nicolas Kiefer e Thomas Haas estão em boa forma. Lars Bürgsmüller completa o time.

Tal situação não costuma ocorrer. Há tempos a Alemanha não consegue ter simultaneamente seus melhores tenistas em forma. Primeiro, foi Nicolas Kiefer que sofreu lesões e despencou no ranking.

Seu sucessor, Tommy Haas, também chegou a ficar entre os top ten. Mas depois teve de amargar 15 meses parado, devido a cirurgias no ombro. Além disso, Haas teve freqüentes atritos com a direção da Federação Alemã de Tênis (DTB) e boicotou várias vezes a equipe nacional. No vácuo, subiu Rainer Schüttler, que terminou o ano passado como o sexto do ranking mundial.

A dificuldade de juntar os melhores do país na seleção não é nova. Boris Becker e Michael Stich, por exemplo, jamais jogaram juntos em Düsseldorf na World Team Cup.

Bons resultados na atual temporada

O tempo da bruxa solta parece ter chegado ao fim. Desde novembro, quando adotou o sueco Thomas Hogstedt como treinador e o americano Walt Landers como preparador físico, Nicolas Kiefer vem progredindo nas quadras, após três anos sem títulos. Os últimos foram em Dubai e Hong Kong em 2000. Este ano, porém, já chegou a duas finais, em Memphis e Scottsdale.

Já Thomas Haas retornou ao circuito da ATP em fevereiro e em abril já pôde comemorar sua primeira conquista, em Houston. Assim, o ex-número 1 da Alemanha vem recuperando a passos largos colocações no ranking de entradas (123ª). Na corrida dos campeões, está na 45ª.

Rainer Schüttler, por sua vez, não repete o mesmo desempenho de 2003, mas mesmo assim disputou a final de Monte Carlo e sustenta ainda a quinta posição no ranking mundial de entradas e na corrida dos campeões divide com Kiefer a 20ª colocação.

Com o elenco de estrelas garantido, Kühnen espera repetir o êxito da partida de repescagem da Copa Davis contra Israel. Dos quatro, somente Burgsmüller não jogou no início de abril pela seleção. De quebra, o treinador e seu time ganharam alguns dias a mais para se preparar, com a eliminação precoce do quarteto no torneio Masters de Hamburgo, que termina neste domingo.

Em busca do tetra

A esperança de conquistar pela quarta vez a World Team Cup é grande. Haas e Kiefer já têm experiência no assunto. Ambos participaram da última vitória alemã, em 1998, ao lado de Boris Becker, Carl-Uwe Steeb e David Prinosil. Antes os anfitriões haviam ficado em primeiro em 1994 e 1989.

Os únicos países que já venceram o torneio quatro vezes são Estados Unidos e Espanha. E ambos estão aí de novo, mas não com seu maior potencial. Seus melhores tenistas (os americanos Andy Roddick e Andre Agassi e os espanhóis Juan Carlos Ferrero, Tommy Robredo e Carlos Moyá) não integram suas equipes desta vez.

Mais forte candidato parece ser o Chile, atual defensor do título. Fernando González, Marcelo Rios e Nicolas Massu estão de volta a Düsseldorf, repetindo o trio bem-sucedido do ano passado. Vice-campeã, a República Tcheca comparece novamente com Jiri Novak e Radek Stepanek, assim como Pavel Vizner. Participam também da Arag World Team Cup as seleções da Austrália, Holanda e Argentina.

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