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Copa do Mundo

Técnico da Alemanha chama Mundial no Brasil de "Copa das adversidades"

Antes de voltar à Alemanha, Löw reclama que, no Brasil, "coisas nem sempre funcionam como se imagina" e que é preciso ter paciência. Treinador dos EUA, alemão Klinsmann sofreu com atraso de voo e hotel sem internet.

"De qualquer modo, vai ser uma Copa do Mundo das adversidades", alfineta o técnico da seleção alemã, Joachim Löw, em matéria publicada neste domingo (08/12) pelo jornal alemão Bild am Sonntag. A entrevista foi realizada pouco antes de Löw embarcar em seu voo de retorno do Brasil, onde assistiu ao sorteio dos grupos da primeira fase da Copa do Mundo de 2014, realizado na Costa do Sauípe.

O treinador deixou claro que teme menos o duelo com Portugal, do craque Cristiano Ronaldo, ou com os americanos, comandados por seu ex-chefe Jürgen Klinsmann, do que adversários como o calor intenso, a umidade e a infraestrutura brasileira.

"Precisamos, de qualquer forma, nos adaptar a condições que normalmente não conhecemos", afirma. "Tudo será diferente. A primeira coisa que a pessoa tem que aprender aqui é a ter paciência", dispara. "Certas coisas nem sempre funcionam como a gente imagina", completa Löw, reconhecendo ser necessário ter uma atitude conformista e se adaptar à situação. "É preciso permanecer tranquilo para aceitar as coisas como elas são. Não podemos gastar energia nos lamentando."

Klinsmann: avião atrasa, internet não funciona

As condições climáticas nos locais dos três primeiros jogos da Copa também tiram o sono do treinador. "Além de nos preparar em relação a nossos adversários, temos que encontrar soluções sobre como poderemos lidar com o calor nos locais das partidas", reclama Löw. "Jogamos três vezes em cidades onde, no horário de pico, pode fazer até 35 graus. E nossa equipe não está acostumada a isso", ressalta.

Jürgen Klinsmann Trainer US-Nationalmannschaft

Klinsmann: alemão encarou atraso de avião como prévia do que o espera no Brasil

Treinador dos EUA, o também alemão Jürgen Klinsmann, foi outro que teve que exercitar sua paciência no Brasil. Em Salvador, a chegada de seu avião atrasou em quatro horas, fazendo com que Klismann perdesse sua conexão para os EUA. "Assim já podemos ir nos acostumando aos problemas que teremos", desabafa, em entrevista à agência de notícias SID. E esse não foi o único transtorno: no hotel em que o ex-craque esteve hospedado, a internet não funcionou.

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