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Copa do Mundo

Técnico alemão analisa seus adversários no Grupo A

Jürgen Klinsmann analisa os rivais da Alemanha no Grupo A. Em relação aos preparativos para o certame, o técnico alemão disse: "Queremos continuar desenvolvendo nosso estilo de jogo".

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Klinsmann (e), com seu assistente Joachim Löw

O técnico da seleção alemã, Jürgen Klinsmann, concedeu à agência alemã de notícias esportivas sid a seguinte entrevista, em que analisa os adversários de sua equipe na primeira fase da Copa do ano que vem e fala dos planos da Seleção Alemã:

Como o senhor analisa os adversários da Alemanha sorteados para o Grupo A: Costa Rica , Polônia e Equador?

Jürgen Klinsmann: Naturalmente que poderia ter sido bem pior. Tivemos sorte. Estamos satisfeitos. É um grupo bastante razoável, mas não podemos esquecer que qualquer adversário pode ser difícil. Sabemos agora o que nos espera e vamos arregaçar as mangas. É uma sensação positiva.

O senhor pode ficar observando o Equador e a Costa Rica praticamente de casa , na Califórnia ... Sim, o engraçado é que já vi várias vezes as duas equipes jogar e gravei vídeos pessoalmente. O Equador é difícil, pois ganhou do Brasil nas Eliminatórias. Eles são muito fortes em casa. Nossa sorte é que agora somos nós que jogamos em casa. A Costa Rica jogou bem nas Eliminatórias e a Polônia naturalmente tem calibre.

A Costa Rica presumivelmente será um adversário fácil na estréia . Os torcedores podem esperar uma goleada logo de saída ? Pelo amor de Deus, não. A Costa Rica e o Equador devem se fechar e não nos deixarão espaço. E se nós levarmos um gol, então vai ficar muito difícil. Mas queremos atrair a torcida para o nosso lado no maravilhoso estádio de Munique. Temos uma equipe bastante jovem, que precisa do apoio do público.

O senhor conseguiu escapar do temido jogo de abertura contra a Holanda... Sim, por sorte. É melhor não ter de enfrentá-los logo no primeiro dia.

Ainda não está definido o adversário para o jogo preparatório à Copa no dia 2 de junho . O resultado do sorteio influiu na escolha do concorrente ? Provavelmente escolheremos uma equipe sul-americana que jogue de forma semelhante ao Equador. Poderiam ser, por exemplo, a Colômbia ou o Uruguai, que ficaram atrás do Paraguai nas Eliminatórias.

Nas oitavas-de-final da Copa, a Alemanha poderá pegar adversários difíceis, como a Suécia ou a Inglaterra. O senhor se preocupa com isso ?

Fußball Brasilien Deutschland Trainer Jürgen Klinsmann und Carlos Alberto Parreira

Klinsmann com Parreira na conferência de treinadores, no Rio de Janeiro, no início do mês

Não perdemos tempo pensando nas oitavas-de-final. Primeiramente vamos nos informar detalhadamente sobre a Costa Rica e o Equador. Espero que tenhamos um bom desempenho na primeira fase e que fiquemos em primeiro lugar no grupo. Depois disso, poderemos falar sobre as oitavas-de-final.

O senhor sentiu durante o sorteio em Leipzig a enorme pressão sobre a Alemanha como país anfitrião ? Sabemos que a expectativa e a pressão serão muito grandes. A Copa na Alemanha será a maior que já houve, mas isto não nos preocupa. Temos confiança absoluta na equipe e no nosso objetivo de sermos campeões.

O que o senhor pretende melhorar na equipe nestes meses que antecedem o Mundial? O mais importante é continuar aperfeiçoando nosso estilo de jogo. Queremos atacar, jogar para a frente, sermos mais rápidos e agressivos. Estas são nossas diretrizes.

Quando o senhor pretende acabar com a rotação entre os goleiros ? Isto fica em aberto até pouco antes do início da Copa. No final de fevereiro, vamos decidir quem estará no gol contra a Itália em março. Tudo indica que Kahn e Lehman continuarão no plantel da Alemanha.

Guido Buchwald [ex-jogador do Stuttgart, campeão mundial em 1990 e atualmente técnico da equipe japonesa Urawa Red Diamonds] sugeriu assumir a posição de diretor esportivo da seleção alemã. O que o senhor acha disso?

Ele é um dos candidatos. Pretendemos definir a situação deste posto com a Federação Alemã de Futebol até fevereiro. Há muito tempo que precisamos de alguém neste cargo. Um diretor esportivo traria muito mais movimentação à equipe.

A entrevista foi realizada por Jürgen Zelustek e Marc Schmidt

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