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Alemanha

Sylt no inverno

Inverno na ilha de Sylt, no Mar do Norte: mar cinzento sob céu sombrio, maresia cortante, mar agitado e, sobretudo, bem menos buchicho do que no verão.

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Vista aérea da "rainha do Mar do Norte"

A maior ilha da Frísia no Norte, Sylt, é bem mais tranqüila no inverno. Mas não a ponto de o visitante ter a ilha só para si. Sempre se cruza com alguém: com quem tem casa de veraneio na ilha, quem só está passando alguns dias de férias, fazendo uma excursão ou se tratando na estação de águas. O ar marítimo dá um toque tão inconfundível à região, que o litoral do Mar do Norte, com seus 660 quilômetros de extensão, atrai turistas até na estação mais fria do ano.

O nascimento do turismo

Hindenburgdamm

O dique de Hindenburgo na primeira metade do século

Em 1842, o rei dinamarquês Christian VIII deixou a coroa de lado e mergulhou de roupa e tudo nas ondas de Sylt. Na época, não havia nem hotéis, nem restaurantes. No ano de 1855, logo após a localidade de Westerland ter virado um balneário, um criado chamado von Levetzow construiu uma cabine de banho de madeira. O turismo acabava de nascer. Em 1923 já havia se iniciado a construção do dique de Hindenburgo, com 11,7 quilômetros de comprimento.

Hoje a ilha, com seus sete distritos, tem uma população de 21.500 habitantes permanentes e 12.500 pessoas com casa de veraneio. Os hotéis têm capacidade para receber 50 mil turistas, sobretudo em apartamentos de férias, que correspondem a 70% da oferta de hospedagem. A ilha atrai 600 mil turistas por ano, sendo que as diárias de hotel passam a marca de cinco milhões.

Coisa de rico

A cidade de List se localiza na altura do litoral dinamarquês, sendo a última povoação no norte do território alemão. O vilarejo de Kampen, onde os típicos telhados de junco são obrigatórios, ficou conhecido nos anos 60 e 70 como lugar de veraneio de ricos, mas também de artistas e literatos.

Westerland – com nove mil habitantes e capacidade para alojar 19 mil turistas – é a única cidade de fato, com avenida à beira-mar, cassino e alguns edifícios altos e feios. Os antigos casarões em estilo frísio desapareceram durante a onda de demolições dos anos 50 e 60. Na época, foi com muito esforço que se conseguiu impedir a construção de um prédio de 28 andares e cem metros de altura.

O vilarejo dos capitães

Keitum é sem dúvida a vila mais bonita da ilha, com antigas casas frísias, cobertas com telhado de junco e cercadas de árvores por todos os lados: olmos, freixos, carvalhos, bétulas. O Museu Municipal documenta a história e as riquezas naturais da ilha. Keitum era o local de residência dos capitães navais que faziam grandes viagens pelo mundo todo. Como ganhavam uma fortuna, podiam se dar ao luxo de construir casas suntuosas.

A Antiga Casa Frísia é exemplo da cultura de moradia do século 18. Uma outra atração é a igreja românica de São Severino, construída no século 13, com maçanetas em forma de baleia, uma pia de batismo românica, um púlpito renascentista e um altar entalhado em estilo gótico.

Sempre perto d'água

Archsum, vilarejo bem interiorano, fica longe do buchicho. Assim como Morsum, onde fica a mais antiga igreja da ilha, com uma pia batismal do século 13. Rantum, com inúmeras casas típicas com telhados de junco, é a menor localidade de Sylt.

O ponto da ilha mais distante do mar fica a 300 metros da praia. O caminho até Hörnum, através das dunas, é indicado por um farol de 35 metros de altura.

Cerimônia do chá em estilo insulano

Spaziergänger am Nordseestrand auf Sylt im Winter

Tomando sol em Sylt no inverno

Para quem passeia à beira-mar, sentindo o cortante vento noroeste à pele e o gosto de sal nos lábios, nada mais reconfortante do que entrar numa casa de chá quentinha. A melhor pedida é o chá tipo frísio: com pedrinhas de açúcar e um fio de creme de leite.

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