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Economia

Supermercados querem vender automóveis

Em encontro no Ministério da Economia, os varejistas tentaram reservar sua fatia da liberalização do comércio de automóveis na UE. Os fabricantes se opõem.

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Liberalização no comércio de automóveis atrai interesse de supermercados

O comerciantes alemães querem garantir a possibilidade da venda de carros em supermercados. Em entrevista ao Berliner Zeitung, Hubertus Pellengahr, porta-voz da Associação Central do Comércio Varejista Alemão, alertou contra os esforços das montadoras para bloquear as intenções dos varejistas.

O emprego de medidas unilaterais contrasta negativamente com os planos da União Européia de liberalizar o mercado automobilístico. Pellengahr acabava de sair de um encontro no Ministério da Economia, onde se discutiram os planos de liberalização. Do debate participaram tanto representantes do comércio varejista e das multinacionais da indústria de automóveis, como associações de defesa do consumidor.

"A liberalização do comércio de carros não representa o fim da civilização ocidental", ironizou Pellengahr. Pelo contrário, é provável que ela ocasione uma redução dos preços e melhores serviços para os clientes. Até agora, as condições tem sido ditadas de forma unilateral, no exclusivo interesse dos fabricantes, criticou o porta-voz.

No primeiro semestre de 2001, uma campanha da rede de supermercados Edeka para venda de automóveis Punto, da Fiat, despertou intensa polêmica. A montadora impetrou uma liminar, porém a cadeia comercial acabou impondo seu direito de manter a promoção.