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Esporte

Suíça extradita cartola preso para os EUA

Dirigente é um dos sete detidos dentro da investigação sobre um esquema de corrupção na Fifa, mas seu nome não foi revelado. Demais acusados ainda batalham contra extradição na Justiça suíça.

A Justiça da Suíça anunciou nesta quinta-feira (16/07) que um dos sete dirigentes do futebol acusados de participação num megaesquema de corrupção envolvendo a Fifa foi extraditado para os Estados Unidos.

O nome do primeiro extraditado não foi revelado. Mas a notícia surge seis dias depois de uma fonte dizer à agência de notícias Reuters que Jeffrey Webb, um dos funcionários presos, aceitou não resistir è extradição.

Cidadão das Ilhas Cayman, Webb é ex-vice-presidente da Fifa e ex-presidente da Concacaf. Ele é acusado de formação de quadrilha para extorsão, fraude e lavagem de dinheiro.

“O primeiro dos sete dirigentes da Fifa, sob custódia na Suíça, foi extraditado para os Estados Unidos no dia 15 de julho”, divulgou a Justiça suíça em nota. “Ele foi entregue a três policiais americanos em Zurique, que o acompanharam em voo a Nova Iorque.”

Os outros seis cartolas, entre eles o ex-presidente da CBF José Maria Marin, resistem ser transferidos para os Estados Unidos. As audiências para extradição ocorrem em Zurique, em um processo que deve terminar no início de setembro. Apelos a outras instâncias judiciais, inclusive à Suprema Corte, podem estender os casos por meses.

Há duas investigações em andamento, uma nos Estados Unidos e outra na Suíça. Elas estão ligadas a acusações de suborno, fraude e lavagem de dinheiro, incluindo possível corrupção nas escolhas de Rússia e Qatar como sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022, respectivamente. Os crimes teriam sido cometidos ao longo de 24 anos.

As investigações colocaram em xeque a administração do esporte mais popular do mundo, patrocinadores poderosos e forçou o presidente da Fifa, Joseph Blatter, a renunciar ao cargo logo após a sua reeleição.

MP/rtr/ap

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