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Alemanha

Steinmeier: teste do outro lado do oceano

O homem da política externa alemã tem encontro nos Estados Unidos com integrantes da ONU e da Casa Branca, incluindo a secretária de Estado, Condoleezza Rice. É o batismo de fogo de Frank-Walter Steinmeier.

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Steinmeier e Kofi Annan, na sede das Nações Unidas

O ministro das Relações Exteriores da Alemanha passa, nos Estados Unidos, por uma difícil prova: talvez nenhuma tarefa seja tão complicada como lidar com Washington. O debut de Steinmeier em solo norte-americano aconteceu na segunda-feira (28/11), quando encontrou o secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan.

No encontro, assegurou que a Alemanha permanecerá um parceiro engajado e fiel da ONU e que o país dará continuidade à sua política externa. "Nos baseamos em princípios multilaterais para depois agirmos", comentou. Pertence à continuidade referida por Steinmeier o pleito por uma cadeira permanente no Conselho de Segurança.

Influências do passado

Gerhard Schröder und Frank-Walter Steinmeier

Frank-Walter Steinmeier foi braço direito do ex-chanceler Schröder

Durante os sete anos em que o antecessor de Frank-Walter Steinmeier, Joschker Fischer, esteve frente ao cargo, as relações entre alemães e norte-americanos teve altos e baixos, devido, principalmente, à posição do chanceler Gerhard Schröder em não participar da invasão do Iraque.

Enquanto Schröder ficava do outro lado do Atlântico, era Fischer quem se encarregava de discutir com o Departamento de Estado e a Casa Branca. Hoje, tarefa de Steinmeier.

Seguindo este raciocício e na condição de braço direito do ex-chanceler, o novo ministro é fiel defensor da posição de Schröder em relação aos Estados Unidos. O que poderá ser mal interpretado por opositores em Washington.

Iraque ainda é tema

Demonstration gegen Irak Krieg in Berlin

Protesto de estudantes em Berlim contra a invasão no Iraque

Mesmo depois da troca de poder nas duas nações, como aconteceu com Colin Powell, que foi substituído por Rice, o principal assunto ainda é um velho conhecido: o Iraque.

Apesar da divergência de opiniões, Steinmeier anunciou que se esforçará em melhorar as relações com os Estados Unidos. "Não fazer nada não é um bom conselho", comenta sobre o que é um dos principais pilares da política externa alemã: manter bom contato com os norte-americanos.

Isso não significará a mudança de posicionamento frente à questão envolvendo o Iraque. Para Steinmeier, solucionar problemas antigos poderá ser tão desafiador quanto evitar novas situações complicadas para o país.

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