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Economia

Star Alliance quer incorporar mais companhias

Ao completar cinco anos, a maior rede global de serviços aéreos anunciou que deseja ampliar sua atuação incorporando outras companhias aéreas.

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A companhia aérea alemã Lufthansa faz parte da Star Alliance

A Star Alliance, que atualmente engloba 15 empresas aéreas, quer tornar-se ainda mais forte. Segundo anúncio feito nesta segunda-feira (13) por Jürgen Weber, presidente da alemã Lufthansa, que lidera a aliança, já existem candidatas em potencial.

Uma delas é a polonesa LOT, que deve ser admitida na Star Alliance dentro em breve. Sua adesão é tida como prioridade pela Lufthansa, pois ambas companhias já mantêm um acordo de conexão de vôos.

A médio prazo, duas companhias aéreas orientais - Air China e Asiana Airlines - estão na mira da Star Alliance. Weber acentuou que o objetivo é ampliar a rede de serviços aéreos no mundo. Para tanto, não existe limite para o ingresso de novas empresas aéreas no grupo.

O presidente da Lufthansa frisou, entretanto, que isto não significa que a Star Alliance deseja incorporar qualquer companhia aérea apenas para ser a maior em quantidade. Weber garantiu que não há interesse nas llinhas aéreas que atendem o continente africano, nem naquelas que oferecem vôos baratos.

Melhores do Mundo - "A Star Alliance mantém uma rede de serviços com as melhores companhias aéreas do mundo", destacou Weber, lembrando ainda que a meta é oferecer ao passageiro uma ampla oferta de vôos e conexões. E exatamente por isso, as linhas áreas que atendem rotas ponto-a-ponto não interessam ao grupo.

Cooperação econômica - A proposta da Star Alliance para os próximos anos é estreitar ainda mais a cooperação econômica entre as conveniadas, segundo informou seu presidente, Jaan Albrecht. Uma das idéias é fazer pedidos de compra de equipamentos e acessórios em conjunto para conseguir preços mais baixos.

Destaque - Em apenas 5 anos de existência, a Star Alliance se firmou como um dos mais sólidos e bem sucedidos convênios de companhias aéreas do mundo, superando a One World, da inglesa British Airways, a Sky Team, da francesa Air France e a Wings, da holandesa KLM.

Crise sob controle - Albrecht criticou o aumento "escandaloso" das taxas nos aeroportos após os atentados de 11 de setembro, que contribuiram para a crise no setor da aviação comercial. O presidente da Star Alliance lembrou, entretanto, que, em 2001, o número de passageiros nas linhas conveniadas diminuiu cerca de 6% a 8%, uma porcentagem bem menor do que a de outras companhias aéreas.

Star Alliance - Atualmente, 15 empresas aéreas fazem parte da Star Alliance: Air Canadá, Air New Zealand, ANA, Ansett Austrália, Austrian Airlines, British Midland, Lauda Air, Lufthansa, Mexicana Airlines, SAS, Singapore Airlines, THAI, Tyrolean Airways, United Airlines e VARIG.

Diariamente a Star Alliance oferece 11 mil vôos em 729 aeroportos de 124 países. No ano 2000, atendeu a 317 milhões de passageiros.