1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages

Economia

Standard & Poor's rebaixa nota de crédito da Espanha de "A" para "BBB+"

Desde janeiro de 2009, agência de classificação de crédito vem rebaixando gradualmente a nota de classificação do país europeu. E previsões da S&P são pessimistas.

A agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) rebaixou, nesta quinta-feira (26/4), a nota de crédito da Espanha de "A", para "BBB+" e projetou um encolhimento da economia espanhola neste e no próximo ano. A perspectiva associada à nova nota é negativa e há possibilidades de nova queda.

A decisão foi tomada pelos "significativos riscos a respeito do crescimento econômico da Espanha e do seu orçamento", assim como "ao impacto que isto poderia ter na qualidade de crédito" do país, esclareceu a agência em nota oficial.

"Num ambiente de contração econômica, e contrariamente às nossas previsões, pensamos que a trajetória das finanças públicas da Espanha vai, provavelmente, deteriorar-se", disse a agência alertando para o "aumento da probabilidade de que o Estado espanhol conceda um apoio financeiro suplementar ao setor bancário".

"Cremos que em consequência também irão aumentar os riscos em relação ao seu desempenho fiscal e flexibilidade, assim como à carga de sua dívida soberana", argumentou a Standard & Poor's, que desde janeiro de 2009 vem rebaixando gradualmente a nota de classificação do país europeu.

Quanto mais baixa é a nota de crédito de um país, maiores são as taxas de juros que o país deve pagar quando assume novas dívidas.

A Espanha encerrou 2011 com um déficit público de 8,5%, uma cifra muito superior aos 6% com a qual havia se comprometido com a União Europeia (UE), de 4,4%. O primeiro-ministro espanhol, Mariano de Rajoy, havia pedido à UE para que flexibilizasse a dívida para até 5,3%.

A S&P estima que haja uma contração da economia espanhola de 1,5% neste ano e uma queda de 0,5% em 2013. Até o momento, as agências de qualificação previam um crescimento econômico.

KR/Lusa/dpa
Revisão: Roselaine Wandscheer

Leia mais