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Mundo

Soldados alemães até o fim do ano no Afeganistão

Parlamento aprova em sessão extraordinária envio de até 1200 soldados para integrar tropa de proteção sob mandato da ONU.

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Generais das Forças Armadas alemãs acompanham o debate na sessão especial do Parlamento

Os primeiros soldados alemães deverão partir para o Afeganistão ainda antes do fim do ano, afirmou no Parlamento o ministro da Defesa, Rudolf Scharping. Com o voto de 538 deputados, o Bundestag aprovou neste sábado, em sessão extraordinária, o envio de até 1200 soldados para integrar a ISAF, a tropa de proteção que atuará no Afeganistão sob mandato da ONU. Trinta e cinco parlamentares votaram contra e oito abstiveram-se.

O governo alemão, que por sua vez aprovou na sexta-feira a participação alemã na tropa, insistiu numa decisão rápida do Parlamento tendo em vista que o governo provisório tomou posse neste sábado em Cabul. Uma das principais tarefas da tropa de proteção, esclareceu o ministro do Exterior, Joschka Fischer, é justamente garantir a segurança no país nesta fase de transição, após a queda dos talibãs.

Deverão participar da missão, limitada inicialmente por seis meses, além de unidades de infantaria, helicópteros, pilotos, enfermeiros e especialistas em radiocomunicação.

Na Holanda, o Parlamento também aprovou em sessão extraordinária o envio de 200 soldados, que farão parte do batalhão alemão.

Objeção ao serviço militar – O número de rapazes alemães que se recusam a prestar o serviço militar por questões de consciência subiu este ano e, segundo o jornal Bild, pode bater o recorde dos últimos dez anos. O Ministério da Defesa confirmou que quase 170 mil já haviam feito objeção ao serviço militar, até novembro. O maior número foi registrado em 1999, quando 174 mil se recusaram a empunhar armas. Nesses casos, os recrutas prestam um serviço civil alternativo.

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