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Alemanha

Sol brilha em Amsterdã e concorre com noivos radiantes

Milhares aclamaram nas ruas de Amsterdã o príncipe herdeiro Willem-Alexander e a argentina Máxima Zorreguieta que, após o casamento, porta o título de princesa.

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Máxima Zorreguieta emocionada durante cerimônia religiosa

O tempo não poderia estar mais bonito para o casamento de um príncipe. O sol brilhava no céu de Amsterdã, quando o Willem-Alexander, herdeiro do trono holandês, e a argentina Máxima Zorreguieta compareceram ao edifício da antiga Bolsa de Valores para o casamento civil.

Numa cerimônia descontraída, em que ambos sorriram muito, o prefeito Job Cohen os declarou marido e mulher. Depois dos noivos, a rainha Beatrix foi a primeira a assinar a certidão. Máxima a escolheu como madrinha em agradecimento ao apoio que ela lhes deu em meio às controvérsias geradas pela escolha do príncipe. Além de ser plebéia, católica e estrangeira, Máxima é filha de um ex-ministro da época da ditadura militar na Argentina, Jorge Zorreguieta. Para evitar maiores problemas, os pais da noiva não compareceram ao casamento.

Lágrimas e dificuldades com a aliança – Na cerimônia religiosa, na Nieuwe Kerk ornamentada com flores brancas, Máxima estava elegante num vestido de seda cor de marfim, do estilista italiano Valentino, com véu de cinco metros de comprimento. Nos cabelos presos, cintilava um diadema de brilhantes. Willem-Alexander usou um uniforme da Marinha ornado por ordens. Para o transporte à igreja, o casal escolheu um Rolls Royce de 1957. Após a cerimônia, percorreu as ruas de Amsterdã a bordo de uma carruagem dourada.

Entre os 1750 convidados de honra, encontravam-se inúmeros representantes das casas reais européias, entre os quais o príncipe Charles da Grã-Bretanha, a rainha Sílvia e o rei Carl Gustav da Suécia, a rainha Sofia da Espanha e o príncipe Haakon da Noruega com sua esposa Mette-Marit. O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, e o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela também estiveram presentes.

A cerimônia protestante teve um toque católico, a pedido de Máxima. O padre argentino Rafaél Braun leu trechos da Bíblia em espanhol. O reverendo protestante Carel ter Linden agradeceu aos ausentes pais de Máxima pelo "amor e atenção que fizeram dela a pessoa que é hoje".

Uma nota pitoresca ficou por conta da dificuldade do príncipe em colocar a aliança, apertada, no dedo da noiva. Depois do "sim", Máxima não conseguiu conter as lágrimas, quando soou na igreja um tango argentino.

Nas ruas de Amsterdã, milhares aclamaram o casal a caminho do palácio real.

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