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Alemanha

Social-democratas alemães aprovam negociações para coalizão governamental

Exatamente quatro semanas após eleições parlamentares, SPD concorda em negociações para formar governo com CDU de Merkel. Como condição, social-democratas apresentam dez demandas não negociáveis.

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Líder do Partido Social-Democrata, Sigmar Gabriel

O Partido Social-Democrata (SPD), principal força de oposição na Alemanha, aprovou neste sábado (20/10) o início das negociações formais para formar uma coalizão de governo com os conservadores da chanceler federal Angela Merkel

No escrutínio, realizado a portas fechadas, 196 dos 229 delegados do SPD reunidos em Berlim votaram a favor, com 31 votos contra e duas abstenções. Assim, o SPD e o bloco conservador formado pela União Democrata Cristã (CDU), de Merkel, e sua versão bávara, a União Social Cristã (CSU), iniciam já nesta quarta-feira as negociações formais, visando uma chamada "grande coalizão", tal como a que sustentou a primeira gestão de Merkel, entre 2005 e 2009.

As conversações poderão durar várias semanas e têm como meta um acordo de coalizão, que o SPD pretende submeter ao voto de suas bases, compostas por cerca de 470 mil filiados. Se o cronograma previsto for cumprido, Merkel poderá assumir seu terceiro mandato ainda em dezembro.

A aprovação das negociações foi, entretanto, condicionada a dez reivindicações "não negociáveis", formuladas antes da votação pela cúpula de 35 líderes do SPD, encabeçada pelo presidente do partido Sigmar Gabriel. Delas constam a criação de um salário mínimo nacional, a equiparação salarial entre homens e mulheres e a aprovação da dupla cidadania.

MD/dpa/rtr

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