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Mundo

Sobe número de estrangeiros mortos em tragédia perto de Meca

Mais da metade das vítimas da tragédia, que deixou mais de 700 mortos, é iraniana. Irã responsabiliza Arábia Saudita pelo incidente durante ritual de apedrejamento no vale de Mina.

Uma semana após o tumulto que deixou mais de 700 mortos durante um ritual de apedrejamento no vale de Mina, perto de Meca, na Arábia Saudita, subiu para 464 o número de iranianos mortos na tragédia, afirmou nesta quinta-feira (01/10) a comissão organizadora da peregrinação muçulmana do Hajj no Irã.

"Sete dias depois do trágico acidente e de investigações incansáveis, nós anunciamos tristemente que o número de peregrinos iranianos mortos é de 464", divulgou a comissão, em comunicado.

O Irã é o país com maior número de vítimas na tragédia, que deixou 769 mortos e 934 feridos, de várias nacionalidades, entre eles Egito, Paquistão e Índia, durante um dos rituais da peregrinação anual dos muçulmanos, na última quinta-feira.

Mais de 64 mil dos 2 milhões de peregrinos que participaram do Hajj neste ano vieram do Irã. A tragédia causou tensão na relação entre os dois países. O Irã responsabiliza o governo saudita pelo incidente. Já a Arábia Saudita acusou o governo iraniano de usar a tragédia politicamente.

Os ministros da Saúde de ambos os países concordaram na quarta-feira no repatriamento dos corpos dos peregrinos iranianos mortos no tumulto.

Essa é a pior tragédia registrada na peregrinação muçulmana do Hajj nos últimos 25 anos. Em 1990, 1.426 peregrinos morreram sufocados num túnel. Segundo os mandamentos do islã, os muçulmanos devem peregrinar a Meca ao menos uma vez na vida.

CN/lusa/dpa/afp

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