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Economia

Sindicato prevê mais demissões na Siemens

Empresa já cortou 25 mil funcionários desde o ano passado. Só setor de equipamentos de redes telefônicas perdeu 16.500 postos de trabalho. Divisão de serviços industriais está na mira, diz sindicalista.

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Teclado virtual da Siemens: perspectiva de empregos virtuais?

A demissão de 6500 funcionários da Siemens, anunciada esta semana, não será o último corte de mão-de-obra da empresa. "Nos setor de prestação de serviços industriais, temem-se mais demissões. A insegurança dos funcionários é enorme", disse o delegado do Sindicato dos Metalúrgicos alemães (IG Metall) junto ao grupo, Wolfgang Müller, nesta sexta-feira, em Munique.

O diretor-executivo da Siemens, Heinrich von Pierer, anunciou um corte de 6500 funcionários na divisão de equipamentos para redes telefônicas (ICN). O IG Metall calcula que, deste total, 1500 serão demitidos na Alemanha.

Mais cortes - A empresa informou que ainda não decidiu em que fábricas serão realizados os cortes, mas as mais atingidas serão as subsidiárias no exterior. Incluindo racionamentos anteriores, a divisão de ICN perde 16.300 postos de trabalho.

Somando os cortes anunciados nos exercícios financeiros de 2001 e 2002, o grupo já eliminou mais de 25 mil empregos. A multinacional Siemens emprega um total de 443 mil pessoas, das quais 180 mil na Alemanha. As treze fábricas do grupo no Brasil empregam cerca de oito mil funcionários.

O Sindicato dos Metalúrgicos pediu à Siemens que tente oferecer empregos em outros setores aos demitidos da ICN. O IG Metall prevê mais demissões na divisão de serviços industriais, que, no segundo trimestre de 2001/02 (30 de setembro) teve um prejuízo operacional de € 30 milhões. "Trata-se de um setor que emprega muita mão-de-obra. Por isso, é de se esperar que a primeira medida será demitir pessoal", disse Müller.

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