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Cultura

Simpósio analisou intercâmbio cultural com a América Latina

O simpósio "Globalização e Política Cultural na Alemanha e na América Latina", em Berlim, foi organizado pelo Instituto Ibero Americano e contou com ministros, embaixadores e diretores de entidades culturais.

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Exposição de fotos alemãs do Brasil antigo: exemplo de cooperação cultural

O Brasil foi representado no simpósio pelo ministro da Cultura, Francisco Corrêa Weffort. Ele apresentou, entre outras coisas, a enorme diversidade regional da cultura brasileira. Weffort frisou também que gostaria de ver uma presença mais ampla da cultura alemã no Brasil, além do trabalho de divulgação que já vem sendo feito nas universidades, do ensino do idioma e da cooperação no setor da música e das exposições de arte.

No tocante à presença cultural do Brasil na Alemanha, o ministro Weffort defendeu a necessidade da sua ampliação. Ela deveria estender-se a setores em que ainda é de pouca intensidade, como o das artes visuais e do pensamento político-filosófico.

Fomento da cooperação

O encontro foi estruturado em dois blocos, que trataram da política cultural a níveis nacional e internacional, respectivamente. Os 32 palestrantes traçaram perfis amplos das potencialidades artístico-culturais dos seus países de origem, sugerindo medidas para fomento de projeto bilaterais ou multilaterais de cooperação no setor, sem paternalismo ou imposições de interesses.

Entre outras coisas, sugeriu-se criar uma comissão mista permanente, uma espécie de fórum para intercâmbio de informação entre a Alemanha e a América Latina, a fim de acompanhar as mudanças no processo da globalização cultural.

Financiamento de projetos

Para os participantes do simpósio, o grande desafio da política cultural continua sendo o financiamento dos seus projetos. Francisco Weffort apresentou a solução alternativa encontrada pelo Brasil: entre outras coisas, ela prevê a concessão de benefícios fiscais a empresas alemãs – ou estrangeiras, de um modo geral, que apoiem financeiramente os projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura.

Günther Maihold, o diretor do Instituto Ibero Americano, salientou que "ao assinarem acordos com as entidades alemãs, os representantes dos países latino-americanos devem analisar claramente o teor dos documentos, deixando especificados os seus interesses e necessidades, também na área financeira. Na maioria das vezes, a euforia pela assinatura de um convênio é tão grande, que é esquecido o ponto fundamental do financiamento".

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