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Mundo

Sete países da UE acolherão os palestinos deportados

Ministros europeus acertaram a distribuição dos treze palestinos deportados por Israel entre sete países da União Européia.

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Os palestinos deixaram a Basílica da Natividade, em Belém, para o exílio europeu

Os ministros de Relações Exteriores da UE acertaram a distribuição dos ativistas palestinos da Basílica da Natividade entre sete países da União Européia. Durante a reunião realizada nesta segunda-feira (13/05) em Bruxelas, Itália, Portugal, Espanha, Grécia, Irlanda, Bélgica e Finlândia declararam sua disposição em conceder asilo aos palestinos.

Segundo o ministro alemão de Relações Exteriores, Joschka Fischer, nenhum dos refugiados será acolhido pela Alemanha. Fischer não participou da reunião em Bruxelas, mas manifestou-se satisfeito com a solução encontrada pelos seus colegas de pasta para o problema.

Segundo ele, ainda é necessário esclarecer, se o Acordo de Schengen, que garante o livre trânsito entre os países signatários, terá ou não validade para os refugiados palestinos, qualificados como "especialmente perigosos" pelo governo israelense.

Críticas ao Likud

A União Européia e também o governo federal da Alemanha lamentaram a decisão do partido governista israelense Likud em não aceitar a constituição de um Estado palestino. Em Bruxelas, o coordenador da política externa da União Européia, Javier Solana, afirmou que o único caminho para a paz no Oriente Médio passa pela fundação de um Estado palestino.

Em Berlim, um porta-voz do Ministério de Relações Exteriores manifestou a decepção do governo alemão em relação à nova linha adotada pelo Likud: "Nós apoiamos a solução com dois países." Ele afirmou, contudo, a esperança de que a nova polarização possa trazer maior dinamismo à política interna de Israel, levando a mudanças.

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