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Cultura

Sete obras de arte são roubadas de museu na Holanda

Quadros de valor inestimável de Picasso, Matisse, Monet e Gauguin foram furtados durante a noite, no maior roubo das últimas duas décadas no país. A polícia ainda investiga o caso.

Tete d'Arlequin, de Pablo Picasso

"Tete d'Arlequin", de Pablo Picasso

Na madrugada desta terça-feira (16/10), sete pinturas de artistas renomados foram roubadas do Museu Kunsthal de Roterdã, na Holanda.

Os quadros roubados foram Tete d'Arlequin, de Pablo Picasso, La Liseuse en Blanc et Jaune, de Henri Matisse, Waterloo Bridge e Charing Cross Bridge, de Claude Monet, Femme Devant une Fenetre Ouverte, dite La Fiancee, de Paul Gauguin, Autoportrait, de Meyer de Haan e Woman with Eyes Closed, de Lucian Freud.

Waterloo Bridge

"Waterloo Bridge" de Claude Monet

"Uma grande investigação está em curso e a equipe forense está no local do roubo", disse a porta-voz da policia de Roterdã, Patricia Wessels, à agência AFP. "Nós estamos investigando como eles conseguiram o acesso, a hora do roubo e quem fez isso."

A emissora NOS disse que as obras valem "milhões e milhões de euros", mas como se tratam de obras tão famosas, será difícil conseguir qualquer quantia próxima do valor real no mercado negro.

Wessels disse que a polícia foi alertada durante a noite, quando um alarme disparou, mas o ladrão, ou ladrões, fugiu antes da polícia chegar ao local.

As pinturas estavam entre as 150 obras da coleção da Fundação Triton, que estava sendo exibida para o público pela primeira vez na totalidade para marcar o 20º aniversário do Museu Kunsthal.

De acordo com o site oficial do museu, a coleção "ganhou reputação internacional e compreende obras representativas dos artistas mais importantes e influentes do final do século 19 até os dias atuais".

Este é o maior roubo de obras de arte na Holanda desde que 20 quadros foram roubados do Museu Van Gogh de Amsterdã, em 1991.
 

AFN/afp/rtr
Revisão: Francis França

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