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Mundo

Seleção Alemã mal pode esperar pela estréia

Técnico e equipe estão ansiosos para enfrentar Arábia Saudita neste sábado. Otimismo contagia delegação. Völler escala time ofensivo e exige vitória.

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Com Jancker e Jeremies à frente, jogadores alemães fazem seu único treino no Sapporo Dome

Apesar de todos os percalços enfrentados para classificar-se e preparar-se para a Copa do Mundo, a Seleção Alemã parece contagiada pelo otimismo e avisa estar pronta para surpreender aqueles que desprezam suas chances no mundial.

"Vamos entrar em campo de modo que não restará dúvida sobre quem foi o vencedor da partida. Vamos dar 100% de nós nesta copa, a começar pela estréia contra os sauditas", prometeu o técnico alemão Rudi Völler, na manhã de sexta-feira, pouco antes do vôo que levou a comitiva de Miyazaki, onde está concentrada, para Sapporo, dois mil quilômetros ao norte, local da partida contra a Arábia Saudita.

Encarregado de renovar a Seleção Alemã após o fracasso na Eurocopa 2000, o treinador deverá colocar em campo em Sapporo sete jogadores que participaram do fiasco: Kahn, Jancker, Ziege, Hamann, Linke, Ballack e Ramelow. De todos os 23 convocados, apenas quatro atuaram na Copa do Mundo de 1998: além de Hamann e Ziege, Bierhoff e Jeremies.

Confiança – "A equipe está confiante de que iremos muito além do que a maioria acredita", destaca Ziege, o mais experiente do selecionado, com 66 jogos pelo time nacional. O lateral esquerdo de 30 anos considera que ao menos o ambiente de harmonia entre jogadores e comissão técnica é "comparável ao da seleção que conquistou a Eurocopa de 1996".

Ziege não é o único a acreditar numa estada mais longa no Japão e Coréia do Sul do que crê a própria torcida alemã. Segundo enquetes, até 40% apostam que a Alemanha nem sequer passará da primeira fase. O goleiro e capitão Kahn há dias repete que a equipe nacional surpreenderá. Enquanto o presidente da Federação Alemã de Futebol (DFB), Gerhard Mayer-Vorfelder, insiste na meta de chegar às quartas-de-final, repetindo o desempenho das duas últimas copas, o auxiliar-técnico Michael Skibbe e o atacante Jancker já arriscam palpites de participação na final e até mesmo de conquista do título.

Estréia decisiva – Campeão mundial em 1990, Völler sabe da importância de uma vitória convincente logo na estréia. Naquele ano, na Itália, a Seleção Alemã goleou de 4 a 1 a Iugoslávia em seu primeiro jogo. "Precisamos disto para ganhar autoconfiança e tranqüilidade", admite o ex-atacante, que defendeu a camisa pátria em três mundiais. À beira dos 33 anos e de sua estréia numa Copa do Mundo, o goleiro Kahn vê o jogo contra a Arábia Saudita até mesmo como "o mais importante do torneio".

Passada a frustração das lesões que o obrigaram a deixar na Alemanha seus dois zagueiros titulares e seu principal armador, Völler praticamente não teve problemas para escalar a equipe de estréia no mundial. Somente o lateral direito Rehmer ainda tem problemas médicos. No ataque, o treinador optou por lançar Jancker – que passou a última temporada sem marcar sequer um gol no Campeonato Alemão – ao lado de Klose. No meio, preferiu um esquema mais ofensivo, com Frings na ala direita, deslocando Schneider mais para o centro, em vez de aproveitar Jeremies, de características mais de marcação.

Provável escalação da Alemanha

Kahn; Linke, Ramelow e Metzelder; Frings, Schneider, Ballack, Hamann e Ziege; Jancker e Klose

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