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Alemanha

Schumacher vai atrás de mais um recorde

Tetracampeão é favorito ao título. Barrichello é principal adversário, diz Schumi. Dos quatro alemães que participam da temporada, três têm brasileiros como parceiros. Motores de três equipes são fabricados na Alemanha.

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Michael e Ralf Schumacher chegam ao autódromo de Melbourne, onde domingo começa o mundial da F-1

O Campeonato Mundial de Fórmula-1 começa neste domingo, com o Grande Prêmio da Austrália, em Melbourne, com o alemão Michael Schumacher e a italiana Ferrari mais uma vez como francos favoritos aos títulos de campeões entre pilotos e construtores.

E após bater em 2001 os recordes de vitórias em grandes prêmios (53) e de pontos conquistados em toda a carreira na F-1 (801), Schumacher pode escrever uma nova página da história do automobilismo mundial. Se for novamente campeão, o alemão irá se igualar ao argentino Juan Manuel Fangio, o único até hoje a conquistar o campeonato mundial cinco vezes, nos primórdios da F-1 (em 1951 e depois de 1954 a 1957).

"O título mundial é meu objetivo, mas não posso prever que vou conquistá-lo", diz o tetracampeão, vencedor do GP da Austrália nos últimos dois anos. "Vou tentar ganhar tantas corridas quanto possível. Se isto no fim me trouxer o título, tanto melhor", observa Schumacher, o único piloto alemão até hoje a sagrar-se campeão na F-1.

Adversários – Os principais concorrentes do alemão e da escuderia italiana são também os mesmos de 2001. McLaren-Mercedes e Williams-BMW reconhecem o favoritismo da Ferrari e se candidatam à briga pelo segundo lugar. Entre os pilotos, o rival finlandês Mika Häkkinen afastou-se da F-1. Satisfeito com dois títulos mundiais, no ano passado já havia tirado o pé do acelerador de sua McLaren, cedendo passagem ao parceiro David Coulthard. Vice-campeão, o escocês é apontado pela imprensa novamente como um dos principais adversários do tetracampeão, ao lado de Ralf Schumacher e Juan Pablo Montoya, ambos da Williams.

Para o piloto da Ferrari, a lista é mais ampla. "Não sei quem será meu principal adversário. Mas aquele a meu lado é o primeiro", comentou Schumi nesta quinta-feira em Melbourne, referindo a seu parceiro de equipe, o brasileiro Rubens Barrichello. O alemão também não descarta as chances de Kimi Räikkönen, que sucede o compatriota Häkkinen na McLaren.

Aliás, com a saída do finlandês e do francês Jean Alesi, Schumacher passa a ser o piloto mais antigo nesta temporada. Schumacher já disputou 161 corridas. Alesi somava 201 e Häkkinen, 162.

Carro velho – Primeiro de 17 agendados para este ano, o GP da Austrália pode ser uma boa oportunidade para a concorrência sair à frente da Ferrari e seus pilotos. Schumacher e Barrichello irão estrear com o carro F2001, da temporada passada, pois o F2002 ainda precisa de aperfeiçoamentos.

Nem por isto Gerhard Berger, diretor de automobilismo da BMW, considera a escuderia italiana fora do páreo em Melbourne. "A Ferrari do ano passado era muito rápida e extremamente resistente e servirá de medida" para verificar a evolução dos concorrentes, acredita o ex-piloto austríaco.

Duplas teuto-sul-americanas – Como em 2001, a nova temporada inicia-se com quatro pilotos alemães. Além dos irmãos Michael e Ralf Schumacher, estarão nas pistas Nick Heidfeld e Heinz-Harald Frentzen. Curiosamente os três brasileiros inscritos na F-1 são parceiros de alemães. Barrichello corre com Schumacher na Ferrari, Enrique Bernoldi com Frentzen na Arrows, e o novato Felipe Massa com Heidfeld na Sauber. Ralf Schumacher não tem um brasileiro na equipe, mas outro sul-americano, o colombiano Juan Pablo Montoya.

Oficialmente, a indústria automobilística alemã fornece através da Mercedes e da BMW motores para duas escuderias inglesas da F-1, McLaren e Williams. Na prática, há um terceiro motor desenvolvido na Alemanha. A estreante equipe japonesa Toyota tem suas instalações em Frechen, nos arredores de Colônia.

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