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Alemanha

Schumacher tenta conter a euforia

Apesar de sua enorme vantagem no Mundial de Fórmula 1, o piloto alemão da Ferrari, Michael Schumacher, diz que ainda é cedo para se festejar o pentacampeonato.

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Michael Schumacher (direita) e Rubens Barrichello, após a vitória do GP de San Marino

"Sei que as pessoas vão achar que é um falso pessimismo, mas já tenho experiência com vantagem de pontos", afirma Schumacher no seu site. "Quantas vezes não fomos ultrapassados durante a temporada ou então recuperamos a vantagem de outras equipes", questiona o tetracampeão mundial.

Depois de vencer quatro das cinco corridas da atual temporada , Michael Schumacher lidera o Mundial de Pilotos com 44 pontos, à frente do colombiano Juan Pablo Montoya (23) e de seu irmão Ralf Schumacher, ambos da escuderia Williams-BMW.

No GP da Áustria, próxima prova do calendário, Schumacher espera um melhor desempenho dos carros da William-BMW e McLaren-Mercedes, por causa dos pneus Michelin. A Ferrari é equipada com pneus Bridgestone.

"No GP da Áustria do ano passado, deu para ver como os pneus Michelin eram bons. Acho que quando eles se tornarem mais regulares, a disputa nas próximas provas ficará mais apertada. Não podemos de forma alguma relaxar diante da concorrência", adverte o piloto número um da Ferrari.

Sem tédio – A dominância de Michael Schumacher na Fórmula está causando preocupação, pois os organizadores temem que as corridas se tornem aborrecidas e o público perca o interesse. O presidente da Ferrari, Luca de Montezemolo, descarta porém esta possibilidade: "Não fico absolutamente entediado quando a Ferrari domina", disse Montezemolo numa entrevista ao jornal La Nazione de Florença

"Ainda faltam doze corridas, e seria uma surpresa se os concorrentes se resignarem sem luta", diz o presidente da Ferrari.

Montezemolo ressalta que a atual vantagem da escuderia é fruto de árduo trabalho. Não se pode pensar que o F2002, o novo carro da Ferrari, caiu do céu. Ele é o resultado de anos e anos de investimentos no desenvolvimento do carro e na técnica; uma estratégia a longo prazo.

Elegios a Schumacher e Rubinho – O presidente da Ferrari disse que grande parte do sucesso da escuderia se deve a Michael Schumacher. Sua contratação, no final de 1995, provocou algumas reações. Mas, durante anos, Schumacher compensou com seu talento as deficiências dos carros da Ferrari.

Montezemolo elogiou também o brasileiro Rubens Barrichello. "Damos bastante apoio a ele e fico chateado quando nos acusam de só favorecer Michael, disse o presidente. Afinal de contas, queremos não apenas vencer o Mundial de Pilotos, mas também o de Construtores, e sem os pontos de Rubinho isto não é possível, declarou Montezemolo.

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