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Mundo

Schröder rejeita ação unilateral dos EUA contra Iraque

Chefe de governo diz que Alemanha só apoiaria ataque contra o Iraque com mandato da ONU, mas no caso de uma ação unilateral dos EUA manteria sua tropa e tanques no Kuwait.

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Chefe de governo alemão, Gerhard Schröder (d), com o colega italiano Silvio Berlusconi.

Depois do ministro do Exterior, Joschka Fischer, o chanceler federal da Alemanha, Gerhard Schröder, também rejeitou uma possível ação militar unilateral dos Estados Unidos contra o Iraque. A Alemanha só apóia uma ampliação da luta antiterror se tiver um mandato do Conselho de Segurança da ONU, disse a porta-voz do governo em Berlim, Charima Reinhardt, nesta sexta-feira. Assim ela confirmou a declaração feita pelo chefe de governo num encontro com intelectuais e publicada pelo jornal Süddeutsche Zeitung.

Schröder destacou, todavia, no encontro com escritores e cientistas, que em caso de uma ampliação da guerra dos EUA para o Iraque, a Alemanha não retiraria suas forças de combate a armas atômicas, biológicas e químicas que estão estacionadas no Kuwait. 50 soldados alemães e tanques do tipo Fuchs permanecem de prontidão no país vizinho do Iraque. 200 militares alemães, que participaram de uma manobra com colegas americanos, retornaram para a Alemanha na última quinta-feira.

A porta-voz disse que o chefe de governo em Berlim mantém a sua palavra de que, apesar da solidariedade irrestrita que prometeu aos EUA depois de 11 de setembro, a Alemanha não participará de aventuras. Ela destacou que esta posição é conhecida tanto pelo governo americano quanto pelos aliados europeus, porque não foi tomada na surdina. Charima garantiu, todavia, que o governo alemão tem indícios nem conhece plano de ataque ao Iraque.

O primeiro-ministro do Canadá, Jean Chrétien, também havia dito na noite de quinta-feira, em Washington, que o presidente George W. Bush lhe assegurou que no momento não tem plano contra Bagdá.