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Alemanha

Schröder confirma a Powell participação alemã no Afeganistão

Em encontro realizado em Berlim, na noite desta segunda-feira, o chanceler Gerhard Schröder deixou claro que a Alemanha não rechaçará uma participação nas tropas de paz da ONU para o Afeganistão.

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Colin Powell manteve conversações com o governo alemão em Berlim

A Alemanha participará da tropa internacional de paz para o Afeganistão afirmou o chanceler Gerhard Schröder, em Berlim nesta segunda-feira, após um encontro com o Secretário de Estado norte-americano Colin Powell. Isto ocorrerá "da maneira apropriada", acrescentou o chefe do governo alemão. Na sua declaração, o Chanceler evitou qualquer frase que pudesse gerar especulações a respeito de um papel destacado da Alemanha no âmbito das tropas da ONU.

Schröder mencionou, além disto, o fato de que as Forças Armadas alemãs já estão enormemente engajadas nos contingentes de paz dos Bálcãs, onde mantêm 8 mil soldados estacionados. As condições para um novo engajamento no Afeganistão serão "discutidas internamente" com os países parceiros da OTAN, segundo o Chanceler Gerhard Schröder. Uma condição sine qua non para a participação alemã é um "mandato claro da ONU".

Garantias para o governo provisório

O Secretário norte-americano de Estado Colin Powell declarou ser indispensável o estacionamento de tropas das Nações Unidas, pelo menos na capital afegã Cabul. De acordo com as concepções atuais, os "capacetes azuis" deverão garantir a posse do governo provisório do Afeganistão, prevista para o dia 22 de dezembro.

Schröder e Powell advertiram conjuntamente que a operação militar contra o regime do Talibã ainda não está concluída. Isto só ocorrerá quando estiver inteiramente superado o perigo de retomada do poder pelo Talibã, quando Osama bin Laden tiver sido preso e destruída a estrutura da organização terrorista Al Qaeda, afirmou o Chanceler alemão.

Colin Powell chamou a atenção para o fato de que as ações das Forças Armados dos EUA no Afeganistão e o estacionamento das tropas de paz da ONU terão de ocorrer paralelamente. E para isto, será necessário uma enorme coordenação, afirmou Powell. Contudo, as duas forças militares terão missões inteiramente distintas, concluiu.