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Alemanha

Schröder adverte contra tentativas de pressionar o presidente alemão

O chanceler Gerhard Schröder advertiu contra qualquer tentativa de pressão sobre o presidente Johannes Rau, no contexto da aprovação da nova Lei de Imigração.

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Cabe ao presidente Johannes Rau sancionar ou rejeitar a nova lei

O chanceler federal alemão Gerhard Schröder declarou-se convencido de que o presidente Johannes Rau sancionará a lei aprovada na última sexta-feira (22), durante uma das sessões mais tumultuadas na história do Conselho Federal (Bundesrat), a câmara alta que representa o governo dos Estados federados no Parlamento alemão.

O voto do Estado de Brandemburgo foi registrado como favorável à nova lei, pelo atual presidente do Bundesrat, o prefeito-governador de Berlim, Klaus Wowereit (SPD). Segundo a Constituição alemã, os diversos representantes de um mesmo Estado, só podem dar voto unânime. Isto não ocorreu no caso de Brandemburgo, cujo vice-governador e secretário do Interior, Jörg Schönbohm (CDU), votou contra a Lei da Imigração e o governador do Estado, Manfred Stolpe (SPD), a favor.

Tumulto premeditado

Entretanto, o secretário-geral da União Social Cristã (CSU), Thomas Goppel, confirmou as revelações feitas pelo governador do Estado do Sarre, Peter Müller (CDU), segundo as quais a oposição democrata-cristã já tinha planejado em reunião realizada na noite anterior, da quinta-feira (21), a provocação de um tumulto no plenário, caso o presidente do Bundesrat lograsse impor a aprovação da lei, apesar de o governo alemão não dispor de maioria na segunda câmara parlamentar.

O presidente do Partido Liberal Democrático (FDP), Guido Westerwelle, censurou tanto o procedimento do presidente do Conselho Federal, Klaus Wowereit, como o tumulto planejado e executado pelos integrantes da oposição democrata-cristã. "O Bundesrat é muito importante para ser palco de uma encenação teatral como esta", disse Westerwelle. Para o deputado liberal, a CDU-CSU e o SPD provocaram graves danos à imagem do órgão parlamentar.

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