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Esporte

Schlaudraff: "Não tenho medo de jogar no Bayern"

Atacante da seleção alemã diz que a passagem por Aachen foi o momento mais importante de sua carreira e explica por que decidiu defender o Bayern de Munique em vez do Werder Bremen na próxima temporada.

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Jogador do Alemannia Aachen é uma das principais revelações do futebol alemão

A ida do atacante Jan Schlaudraff, 23 anos, para o Bayern de Munique na próxima temporada foi a principal negociação do futebol alemão durante o recesso de inverno. O valor pago pelo Bayern, cerca de 1 milhão de euros, é até modesto se for considerado que Schlaudraff é apontado, pela imprensa especializada, como uma das grandes revelações do futebol alemão.

O craque do Alemannia Aachen também foi disputado por outros clubes alemães, entre eles o líder Werder Bremen e o Borussia Dortmund, mas optou pelo Bayern. Em entrevista, ele explica os motivos de sua decisão e diz não ter medo de jogar em Munique.

DW-WORLD : No verão, você trocará o Alemannia Aachen pelo Bayern de Munique. O que pesou na sua decisão?

Jan Schlaudraff : O decisivo foi o aspecto profissional. A concorrência é grande em qualquer lugar, também seria assim no Werder Bremen ou no Borussia Dortmund. Mas se eu não estivesse convencido de que quero avançar profissionalmente, não teria dado esse passo. Medo, eu não tenho.

Durante a negociação chegou-se a falar de uma transferência imediata, ainda no inverno?

Não. Deixei claro desde o início que eu vou jogar até o final desta temporada no Aachen. Para mim, não havia dúvidas a esse respeito. Jörg Schmadtke [diretor esportivo do Alemannia Aachen] também deixou claro que uma transferência ainda durante o inverno estava fora de questão.

Com quais expectativas você vai para Munique?

Para mim é claro que lá tudo será um nível acima do que é em Aachen. A pressão é maior lá.

O que pesou contra o líder Werder Bremen, que também mostrou grande interesse em contratá-lo?

Fußball Alemannia Aachen gegen Bayern München

Schlaudraff (d) e Reghecampf comemoram gol contra o Bayern

Tenho a sensação de que eu tenho mais a ver com Munique. Durante as conversações, também foi importante o fato de que eu poderei jogar com a 10. No Bremen, a posição está muito bem ocupada pelo Diego. Também não está claro o que acontecerá com o Miroslav Klose. Além disso, o Werder tem Aaron Hunt e Mohamed Zidan, dois jogadores com características parecidas com as minhas.

Não lhe assustou o fato de que o seu colega de seleção Lukas Podolski estar enfrentando dificuldades no seu início no Bayern?

Não se deve ver sempre apenas o lado negativo. Lukas também teve partidas muito boas no Bayern. Além disso, deve se levar em conta que vários jogadores jovens, como Bastian Schweinsteiger e Philipp Lahm, estão indo muito bem.

Antes de tomar uma decisão, você falou com seus colegas de seleção que estão em Munique?

Eu conversei com Michael Rensing e me informei sobre como estão as coisas em Munique.

Quão importante foi, para você, a passagem por Aachen?

Aachen foi o local mais importante da minha carreira. Eu também pude evoluir muito no Borussia Mönchengladbach. Mas aí, fiquei um ano lesionado e perdi o ritmo. Além disso, eu tive um treinador que não apostava em mim. Em Aachen, pude me desenvolver de forma contínua. O ano passado foi excepcional para mim. Nós subimos para a Primeira Divisão e tivemos um bom início de temporada.

Você está concentrado na briga contra o rebaixamento?

Eu estive o tempo inteiro concentrado. Mas para o clube e os demais jogadores, é importante que não surjam discussões inúteis. Eu farei tudo pelo Aachen. Foi assim nas últimas semanas, foi assim na Copa da Alemanha, contra o Bayern, e será assim nas próximas semanas.

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