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Alemanha

Roubo do museu: polícia ainda não tem pistas

Apesar de ter recebido 17 notificações de atividades suspeitas nas proximidades do Museu Brücke, a polícia de Berlim ainda não conseguiu encontrar nenhuma pista que leve aos responsáveis pelo roubo do fim-de-semana.

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Um dos quadros roubados: "Junges Mädchen", de Max Pechstein

Na madrugada do sábado (20), foi arrombada uma janela do museu, depois de desligado o alarme, e roubados nove quadros de pintores expressionistas alemães, que fizeram parte do grupo artístico denominado "Die Brücke". Foram roubadas seis obras de Erich Heckel, além de outras três, dos pintores Ernst Ludwig Kirchner, Max Pechstein e Emil Nolde. O valor dos quadros roubados é estimado em mais de dez milhões de euros.

As investigações estão sendo dirigidas por Andreas Grabinski, um especialista da polícia estadual de Berlim. Segundo ele, é improvável que o roubo tenha sido feito por encomenda, pois os nove quadros estavam pendurados lado a lado na exposição. No caso de um roubo por encomenda, os ladrões só se interessam por um quadro determinado, diz Grabinski.

Segurança

A direção do Museu Brücke decidiu tomar medidas para melhorar a segurança do acervo. Entre outras coisas, deverão ser postas grades nas janelas. Até agora, tais medidas tinham sido consideradas desnecessárias, uma vez que os quadros expostos são tidos como invendáveis no mercado de arte, por serem muito conhecidos.

O Museu Brücke foi inaugurado em 1967, para abrigar a coleção de 74 pinturas de Karl Schmidt-Rottluff, doada pelo artista à cidade de Berlim, em 1964, por ocasião do seu 80º aniversário. O acervo foi enriquecido através de novas doações e de aquisições de obras de outros pintores expressionistas alemães. Trata-se da maior coleção de arte expressionista em todo o mundo.

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