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Turismo

Rota de peregrinos por terras alemãs

Kevelaer está para a Alemanha assim como Lourdes está para a França e Fátima para Portugal. Local de peregrinação de católicos, a pequena cidade do oeste alemão é grande na fé dos devotos.

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A tranqüilidade de Kevelaer só é interrompida pelas centenas de romeiros

O que seria responsável pelo número superior de um milhão de turistas em uma cidade com apenas 27 mil habitantes e que não figura nos principais guias de turismo sobre o país? A resposta é simples, pelo menos para quem visita Kevelaer: a religião.

Como toda cidade que tem este atrativo, Kevelaer apresenta uma extensa oferta de suvenires diferenciados: são velas, medalhas, terços, imagens e toda sorte de artigos relacionados à figura de Nossa Senhora de Kevelaer.

Nascimento da adoração

Kevelaer - Gnadenkapelle

A pequena capela guarda a figura de adoração

No período de Natal de 1641, um singelo comerciante chamado Hendrik Busmann ouviu por três vezes um miterioso chamado: "Neste local tu deverás construir uma capela". Religioso, o alemão que rezava todos os dias diante de uma cruz de pedra em uma estrada próxima a Kevelaer, estranhou a voz.

Apesar de pobre, Busmann deu início à obra, construindo uma pequena casa onde colocou uma pequena gravura de devoção de Nossa Senhora de Luxemburgo. Logo chegaram os primeiros moradores da região para orar em frente à imagem da Mãe de Deus. E muito rápido já eram ouvidos relatos de milagres realizados. Milagre como o crescimento da cidade devido à sua obra, Hendrik nunca imaginou que aconteceria.

A discreta gravura com o título "Consoladora dos Aflitos" atrai peregrinos há séculos à Capela da Misericórdia (Gnadekapelle). Para quem não conhece a história da cidade, a figura passa quase que despercebida, já que é cercada por uma infinidade de ornamentos dourados, terços e jóias. Tudo a alcance do fiel (ou turista).

História recente

Kevelaer Basilika

A basílica domina a paisagem da pequena cidade próxima à fronteira com a Holanda

Em 1892 Kevelaer festejou 250 anos de perigrinações, atividade que estagnou a partir de 1914 devido aos "tempos incertos". Somente em 1913, um ano antes do início da Primeira Guerra Mundial, tinham sido realizadas 344 romarias (a cidade já contava com uma estação de trem desde 1863) e contabilizados 600 mil fiéis.

Em dezembro de 1918, com o fim da Primeira Guerra Mundial, tropas belgas entraram na cidade. A ocupação durou oito anos.

Com o início da Segunda Grande Guerra, as relíquias de Kevelaer precisaram ser protegidas e uma recebeu cuidado especial: a gravura de Maria, que foi escondida embaixo da torre da basílica. A ameaça vinda do ar era grande. Mesmo assim, o jubileu de 300 anos da igreja não foi atrapalhado pelo período de guerra.

No dia 3 de março de 1945, os Aliados ocuparam Kevelaer. Poucos dias depois, muitos moradores retornaram à cidade.

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