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Brasil

Rio de Janeiro combate Aedes aegypti no Sambódromo

Com proximidade do Carnaval, prefeitura intensifica vistorias na passarela dos desfiles das escolas de samba. Agentes de vigilância pulverizam área com inseticida para eliminar focos do mosquito.

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Agentes usaram inseticida para combater mosquito

Agentes da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro pulverizaram com inseticida nesta terça-feira (26/01) o Sambódromo na Marquês de Sapucaí para eliminar possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus zika, da dengue e da febre chikungunya.

Os agentes de vigilância também reforçaram o combate ao mosquito na Cidade do Samba e nas quadras das escolas de samba. Segundo a secretaria, com a proximidade do Carnaval, as vistorias de agentes de vigilância na região passaram a ser semanais.

Além do desfile das escolas de samba, o local será utilizado durante os Jogos Olímpicos. No Sambódromo serão disputadas provas de tiro com arco, além de ser o ponto de partida e chegada da maratona.

A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou neste domingo que irá intensificar as vistorias nas instalações olímpicas para eliminar criadouros do Aedes aegypti, embora a presença do mosquito no inverno seja menor.

A propagação do vírus zika, associado a casos de microcefalia, nos últimos meses levou o governo brasileiro a decretar estado de emergência sanitária. O governo federal anunciou nesta segunda-feira que, a partir do dia 13 de fevereiro,

220 mil homens das Forças Armadas

visitarão "casa por casa" no Brasil distribuindo panfletos e orientando famílias a combater o Aedes aegypti.

CN/efe/abr/ots

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