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Alemanha

Relatório não esclarece a matança de Erfurt

Dois meses depois da chacina numa escola de Erfurt, o relatório final das investigações policiais não revelou nenhuma novidade.

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Rainer Heise, o professor de História que conseguiu deter a matança

A versão provisória do relatório final das investigações deverá ser apresentada ao gabinete estadual da Turíngia, nesta terça-feira (25), pelo secretário do Interior, Christian Köckert. A matança de Erfurt, ocorrida em 26 de abril passado, teve repercussão mundial.

A revista semanal Focus divulgou antecipadamente alguns excertos do documento, segundo os quais, Robert Steinhäuser teria afirmado a uma testemunha, poucos minutos antes de suicidar-se, que a chacina seria uma vingança pela sua expulsão da escola.

Falta de impressões digitais

Depois de ter matado 16 pessoas, Steinhäuser deparou-se com dois operários no corredor da escola. Um deles lhe perguntou, se os tiros eram uma brincadeira de mau gosto ou se a sua ação era séria. Ele respondeu que era "absolutamente séria", pois afinal ele fora expulso da escola.

Pouco depois, surgiu no corredor o professor Rainer Heise, que arrancou a máscara de Robert Steinhäuser, empurrando-o para dentro de uma sala e trancando-a de imediato. Sozinho nessa sala, o autor da chacina suicidou-se.

O relato provisório das investigações não elucida a razão da ausência de impressões digitais na arma do crime. Por este motivo, ela deverá ser submetida também a um exame em busca de eventuais pistas genéticas.

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