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Mundo

Reino Unido e EUA prometem não abandonar o Afeganistão

Durante conferência para debater futuro do país asiático, potências ocidentais afirmam que não vão deixar afegãos sozinhos depois que os últimos soldados da Otan partirem.

O ministro britânico do Exterior, Philip Hammond, garantiu que seu país continuará apoiando o Afeganistão depois do fim da missão internacional da Otan, que termina no final deste ano.

"Hoje devemos reafirmar nossa promessa de apoiar o povo afegão a desenvolver sua economia, a implementar seus direitos e a reconstruir suas relações na região", afirmou Hammond em Londres, nesta quinta-feira (04/12) durante uma conferência internacional para debater o futuro do país asiático.

Diante de representantes de 59 países, o ministro britânico disse ser necessário aproveitar a "oportunidade vital de trabalhar juntos" para evitar que o Afeganistão retorne a uma situação de conflito.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse que seu país vai estar do lado dos afegãos "em todos os passos deste caminho".

Por sua parte, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, prometeu que os Estados Unidos seguirão investindo no Afeganistão para ajudar a criar um país forte e próspero. "Continuaremos investindo no crescimento do Afeganistão", afirmou.

O encontro foi organizado em conjunto pelo primeiro-ministro britânico, David Cameron, e pelo presidente afegão, Ashraf Ghani, e ocorre em meio a uma recente onda de ataques de rebeldes talibãs.

Essa situação fez ressurgir a dúvida se o Exército local, de 350 mil efetivos, poderá fazer frente aos talibãs, depois que os 150 mil soldados estrangeiros se retirarem. No final do ano acaba a missão da Otan, que já dura cerca de 13 anos. No Afeganistão permanecerão cerca de 12 mil soldados para treinar as forças locais.

AS/dpa/ap

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