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Copa do Mundo

Reforma dos estádios da Copa custa 1,5 bilhão de euros

Quase todos os palcos para os jogos do Mundial de Futebol de 2006 na Alemanha estão prontos. Estádios olímpicos dão lugar a arenas destinadas só ao futebol.

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Arena 'AufSchalke' em Gelsenkirchen: gramado móvel

Com um volume de investimentos de mais de 1,5 bilhão de euros, a Alemanha reformou e remodelou os 12 estádios que vão sediar os jogos do Campeonato Mundial de Futebol de 2006. Quase todas as arenas estão prontas, faltando apenas alguns detalhes e os testes finais.

A Copa 2006 será disputada nas cidades de Berlim, Dortmund, Frankfurt, Gelsenkirchen, Hamburgo, Hannover, Kaiserslautern, Colônia, Leipzig, Munique, Nurembergue e Stuttgart.

"Montamos a melhor infra-estrutura do mundo para o futebol", orgulha-se o vice-presidente do Comitê Organizador (CO) da Copa, Wolgang Niersbach. "Está previsto que teremos um ano para nos acostumar às novas condições desses estádios", acrescentou.

Pontualmente para o início dos testes, ficou pronto também o mais caro "templo do futebol" em solo alemão: a Allianz Arena em Munique. Durante o Mundial, de 9 de junho a 9 de julho de 2006, o estádio porém deve renunciar ao nome de seu patrocinador. Essa regra vale também para as arenas de Frankfurt, Hamburgo e Colônia.

Fußballstadion Allianz Arena in München

Allianz Arena em Munique: 'estádio mais bonito do mundo'?

"O estádio mais bonito do mundo"

A construção do novo Estádio de Munique – como será chamado durante o torneio – custou 341 milhões de euros. Para o presidente do Bayern, Karl-Heinz Rummenigge, é "o estádio mais bonito do mundo".

Ao contrário do que ocorreu na Copa de 1974, quando os estádios olímpicos estavam em moda na Alemanha, desta vez foram construídas ou remodeladas arenas exclusivamente destinadas ao futebol. "Em termos de estádios, o Mundial de 1974 foi a idade da pedra. Na época, tínhamos apenas um estádio de futebol, agora são nove", afirma Niersbach. Somente Berlim, Stuttgart e Nurembergue ainda têm pistas de atletismo ao redor dos gramados.

A "idade da pedra" acabou, sobretudo, nas arquibancadas, que se tornaram bem mais confortáveis e obtiveram a aprovação dos 11 milhões de torcedores que assistiram aos jogos da última temporada do Campeonato Alemão. "Os recordes de público na Bundesliga também têm a ver com os novos estádios, cada qual com seu próprio caráter", explica Niersbach.

O último estádio da Copa a ser concluído é o de Stuttgart, provavelmente em dezembro de 2005. Até 2001, havia sido saneada a tribuna de honra. No total, a reforma e a remodelação vão custar 53 milhões de euros. A Fifa fez uma exceção quanto ao nome do estádio, que mesmo durante a Copa se chamará Gottlieb Daimler Stadion. Os direitos sobre este nome pertencem à montadora Daimler (Mercedes) desde o Campeonato Mundial de Atletismo de 1993, o que a Fifa foi obrigada a aceitar.

Poço sem fundo

Modell des geplanten Fritz-Walter-Stadions in Kaiserslautern

Maquete do estádio Fritz-Walter, de Kaiserslautern, ainda em obras

Já a ampliação do estádio Fritz Walter, de Kaiserslautern, inicialmente orçada em 48,3 milhões de euros, deve acabar custando 71 milhões de euros. As dificuldades na execução das obras foram tantas que ele foi riscado da lista dos estádios da Copa das Confederações, de 15 a 29 de junho de 2005. "Mas nós vamos cumprir todas as exigências da Fifa", garante o presidente do Kaiserslautern, René Jäggi.

Entre as principais exigências da Fifa para os estádio da Copa está a garantia do abastecimento com eletricidade. A Arena de Hamburgo, por exemplo, tem de disponibilizar cinco milhões de watts de energia por jogo no Mundial (em partidas da Bundesliga bastam dois milhões de watts), o que seria suficiente para abastecer uma cidade de cinco mil habitantes. Em Hamburgo, estão sendo instaladas as catracas eletrônicas para barrar portadores de ingressos falsos. E os últimos retoques no estádio ainda devem custar mais dez milhões de euros.

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