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Cultura

Rammstein: petróleo como droga

EMAs invadem Lisboa – Wir sind Helden parte em turnê européia – Duo alemão Ich+Ich dá aula sobre letras de música – A dance music comportada de Schiller – O álbum novo do Rammstein

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Quem explica tanto sucesso?

Novembro foi o mês do European Music Awards da MTV, que desta vez aconteceu em Lisboa. Os portugueses e quem por lá estava viram shows legais, mas muita gente deve ter viajado exclusivamente para ver Madonna, que abriu o evento e deixou pouca esperança de que algo melhor pudesse vir. Mas Green Day mandou muitíssimo bem, Gorillaz foi sensacional, só Robbie Williams é que poderia ter estado mais animado.

MTV Europe Music Awards - Gorillaz

Show do Gorillaz no MTV Europe Music Awards

Bom mês também para o Wir sind Helden, que saiu em sua primeira turnê européia e já teve que fazer um show extra em Londres. E isso em um clube que nem é tão pequeno assim, afinal cabem 500 pessoas no Garage! Mas eles negam que estejam em busca da carreira internacional, dizem que continuarão cantando em alemão e ponto. Então por que é que eles gravaram o novo single Von hier an blind em inglês, francês e japonês??

Eu, eu e eles

Alguém imagina como seria ter a Rita Lee como professora substituta? Não? Pois uma coisa semelhante aconteceu em Berlim este mês: longa pausa entre uma aula e outra em um ginásio da capital. A professora faltou.

Musik aus Deutschland Musiker Duo Ich+Ich Humpe

Ich+Ich: música na sala de aula

Uma revista jovem encontrou a solução ideal: enviou o duo Ich + Ich para substitui-la e um repórter para protocolar a conversa. Lá foram Annette Humpe e Adel Tawil para falar daquilo que entendem: letras de música.

Para quem não sabe: Annette é uma velha conhecida da música pop alemã. Sua irmã é cantora do 2raumwohnung e ela própria cantava na banda Ideal durante a Neue Deutsche Welle. Recentemente, ela e Adel Tawil se juntaram para este projeto e logo emplacaram dois singles na parada alemã, cantando música pop misturada com soul em alemão.

Schiller: poesia emprestada

Schiller é Christopher von Deylen, mas não só ele: a cada álbum, o produtor e DJ trabalha com uma série de convidados que dão uma cara diferente para a sua "banda". Peter Heppner (do Wolfsheim), Alexander Veljanov (do Deine Lakaien) e Sarah Brightman já cantaram em discos passados.

No novo Tag und Nacht (Noite e Dia), o quarto desde que começou sua carreira em 1998, Schiller trabalhou com diversas vocalistas femininas, o que deu um caráter etéreo à sua dance music comportada e sonhadora. E contou também com a ajuda de convidados como Mike Oldfield (que compôs a trilha sonora de O Exorcista), o baterista Gary Wallis (que já tocou com o Pink Floyd) e o rapper Tomas D. (da banda Die Fantastischen Vier).

Musik POP Schiller tagundnacht Foto: Ben Wolf

E ele é tão convencido do valor estético de sua música que pegou mesmo o nome emprestado do poeta Friedrich Schiller. Tudo o que envolve a banda está sob seu máximo controle. Na última turnê, ele obrigou seus ilustres convidados a viajar no mesmo ônibus – nada de hotéis, nada de pedidos extras, nada de lista vip na entrada.

Seu som caberia em um lounge em Ibiza, em aniversário de família, em filme pornô, mas há algo nele que o torna inapropriado para ser tocado em rádio. Não é sofisticado como ele gostaria que fosse, mas não tem nenhum apelo comercial, entende? Há quem goste e quem odeie. Schiller não se importa.

Leia mais na próxima página sobre o novo disco do Rammstein.

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