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Futurando!

Radioatividade é o tema do Futurando

Alemanha tenta dar exemplo e promete desligar as usinas nucleares até 2022. Brasil tem duas centrais atômicas e uma terceira a caminho. Como o material radioativo pode ser armazenado de forma segura e em definitivo?

O Futurando desta semana é dedicado a um assunto complexo e atual: os resíduos nucleares. A Alemanha decidiu fechar todas as usinas atômicas até 2022. No momento, nove ainda estão em atividade – eram 17 na época do acidente em Fukushima, no Japão, em março de 2011. O fim da era nuclear no país deixa uma pergunta: para onde vai todo o material contaminado depois que as usinas encerrarem suas atividades?

O programa vai mostrar que uma antiga mina de ferro na Baixa Saxônia passa por reformas para receber, daqui a cinco anos, resíduos radioativos com níveis fraco e médio. O processo de armazenamento não seria nocivo ao ser humano e ao meio ambiente. Mesmo assim, o tema é polêmico: os gastos envolvidos são enormes e a mudança de matriz energética significaria prejuízos.

Outra questão é: enquanto um depósito definitivo não é concluído, onde pode ser armazenado esse lixo das usinas desativadas? Na Alemanha, existem 16 locais temporários de despejo. Um deles fica em Gorleben, no norte do país. A cidade pode ganhar também um depósito permanente de resíduo nuclear, numa mina de sal. O caso ainda está sendo estudado.

O Brasil também tem duas centrais atômicas instaladas em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Uma terceira está sendo finalizada. A matéria-prima é o urânio enriquecido. Você vai saber como esse composto químico vira energia elétrica.

E a indústria nuclear motivou um grupo de professores e alunos da Escola Técnica Estadual Adolpho Bloch, no Rio de Janeiro, a fundar um festival de cinema para discutir radioatividade. O festival agora chega a Berlim, de 29 de setembro a três de outubro, o "Urânio em Movimento" vai mostrar produções exclusivamente sobre o tema. No Brasil, o festival acontece no mês de maio.

Sustentabilidade e trânsito

Os automóveis emitem muito carbono e você que acompanha o Futurando sabe disso. Mas eles também produzem calor demais, que pode ser convertido em energia. Cada veículo, por exemplo, pode produzir cerca de 600 watts. O suficiente para alimentar um alternador e diminuir a emissão de CO2 da combustão dos motores.

A tecnologia híbrida é uma outra saída para os carros poluírem cada vez menos. Automóveis híbridos rodam com gasolina ou eletricidade, são mais econômicos e limpos. Fabricantes do mundo inteiro já começaram a lançar modelos com esse sistema.

Já imaginou um caminhão que não precisa de motorista para seguir viagem? O veículo, inclusive, tem sensores que identificam quando é necessário dar passagem para a polícia. Um veículo quase 100% autônomo. O condutor pode se dedicar a outras tarefas enquanto um piloto automático dirige.

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O Programa

Futurando é o programa que traz as novidades de ciência, meio ambiente e tecnologia, produzido todas as semanas pela redação brasileira da Deutsche Welle, em Bonn, na Alemanha. O programa é exibido no Brasil pelo Futura todas as quintas-feiras, às 20h30, com reprise aos domingos às 13h30; pela Rede Minas aos sábados, às 13h, com reprise às terças-feiras, às 18h30; pela TV Brasil, todos os domingos, às 16h30 e pela TV Câmara Tupã todos os sábados às 18h, com reprise às terças-feiras, às 19h40. O Futurando é transmitido também em Moçambique pela Rede Tim, aos sábados, às 14h30.

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