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Mundo

Rússia rejeita ampliação da OTAN em véspera de acordo

Um dia antes de assinar com a OTAN um pacto que lhe garante mais igualdade de direitos, a Rússia rejeitou a planejada ampliação da aliança militar para o Leste Europeu, com a adesão de países do antigo bloco soviético.

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Presidentes George W. Bush (d) e Vladimir Putin vão assinar pacto de direitos iguais para a Rússia.

"Nós considerados a ampliação um erro claro, pois ela não trará mais segurança nem para a OTAN nem para os novos membros", disse em Moscou o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, Alexander Jokovenko.

O presidente russo, Vladimir Putin, participará do encontro de cúpula da OTAN, na base área italiana Pratica di Mari, em Roma, onde será assinado o acordo. A conferência reunirá os 20 chefes de Estado e de governo mais importantes do mundo, entre eles destacam-se os presidentes dos Estados Unidos, George W. Bush, e da França, Jacques Chirac, o chanceler federal da Alemanha, Gerhard Schröder, e o seu colega italiano e anfitrião, Silvio Berlusconi.

A chamada "Declaração de Roma", que os líderes americano e europeus vão assinar, cria o Conselho de Cooperação OTAN-Rússia. Sus detalhes foram acertados pelos ministros de Relações Exteriores dos 19 países-membros da aliança militar e da Rússia, Igor Ivanov, em seu último encontro na capital da Islândia, Reykjavik, em meados deste mês.

Este será o primeiro encontro dos líderes da OTAN depois de 11 de setembro. Por isso as medidas de segurança são de um rigor sem precedente na história da aliança militar. Foram inclusive cancelados vôos de companhias de países-membros, como a Grécia. O presidente americano foi um dos primeiros a chegar em Roma, na tarde desta segunda-feira, procedente da França, onde visitou o cemitério dos soldados norte-americanos mortos no desembarque dos aliados na Normandia, na Segunda Guerra Mundial.

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